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LULA É ACUSADO DE LIDERAR ESQUEMA QUE DESVIOU MILHÕES DA PETROBRÁS

MPF denuncia formalmente Lula, Marisa, Paulo Okamoto e Léo Pinheiro

A Operação Lava Jato denunciou formalmente nesta quarta-feira (14) o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a ex-primeira dama Marisa Letícia, o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, o ex-presidente da OAS José Aldemário Pinheiro, o Léo Pinheiro, dois funcionários da empreiteira e outros dois investigados. Todos foram denunciados no caso tríplex no Guarujá (SP) e indiciados pelos crimes de corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro.

O procurador Deltan Dallagnol afirmou que o Ministério Público Federal reuniu provas que indicam que Lula era o "comandante máximo do esquema de corrupção identificado na Lava Jato".

Segundo o procurador, Lula recebeu R$ 3,7 milhões em propinas da OAS, pagas de forma dissimulada, como a compra e reforma de um apartamento triplex em Guarujá, no litoral de São Paulo.

Deltan afirmou que há 14 conjuntos de evidência contra o ex-presidente, que foi o "maior beneficiário do esquema".

A denúncia diz que todo o mega esquema envolve o valor de R$ 6,2 bilhões em propina, gerando à Petrobras um prejuízo estimado em R$ 42 bilhões.

“Mensalão e Lava Jato são duas faces de uma mesma moeda”. Segundo Dallagnol, os dois são esquemas de corrupção desenvolvidos por um mesmo governo para alcançar a governabilidade corrompida, perpetuar o poder do PT de forma criminosa e promover o enriquecimento ilícito. "Desta vez, Lula não pode dizer que não sabia de nada."

Dallagnol afirmou que Mensalão e Lava Jato dependiam de duas máquinas para virar: uma máquina de governo, por causa das nomeações, e uma máquina de partido, que coletava e administrava a propina. "Lula era o elo comum e necessário para as duas máquinas que faziam o esquema rodar."

 

Se o juiz Sergio Moro receber a denúncia, Lula e os outros sete acusados passarão à condição de réus e responderão a processo penal por prática de ilícitos relacionados ao esquema de formação de cartel e corrupção na Petrobras.

 
GOVERNO DE MINAS REPASSA VERBA PARA HOSPITAIS

O Governo de Minas Gerais liberou, nesta sexta-feira (2/09), cerca de R$ 29,5 milhões para a área de Saúde no estado. Os recursos são oriundos do Tesouro Estadual e foram repassados a hospitais municipais e instituições vinculadas à Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG).

Do total da verba liberada, R$ 597.477,04 mil foram repassados para o Hospital Vital Brazil, na cidade de Timóteo; R$ 1.348.391,91 para o São Camilo, em Coronel Fabriciano; R$ 7,8 milhões para o Risoleta Neves, em Belo Horizonte e R$ 2,1 milhões para o Hospital Municipal de Uberlândia.

Ainda foram destinados R$ 12 milhões para a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) e R$ 5 milhões para a Fundação Hemominas.

 

 
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