Trem de passageiros Vitória a Minas retoma viagens

02/09/2020

O trem de passageiros da Estrada de Ferro Vitória a Minas voltou a circular. De acordo com a Vale, responsável pelo trem de passageiros, as viagens foram retomadas dia 1º de setembro, seguindo os protocolos determinados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para prevenção à covid-19.

Ainda segundo a Vale, para contribuir com a proteção de passageiros e empregados, novos procedimentos foram adotados para a compra de passagens, o embarque e a viagem.

Entre as mudanças estão a redução na oferta dos assentos, garantindo o espaçamento adequado entre os passageiros; priorização da venda de bilhetes pela internet, no endereço www.vale.com/tremdepassageiros; redução do prazo de compra antecipada da passagem (até sete dias de antecedência); aferição de temperatura antes do embarque; obrigatoriedade do uso de máscara e intensificação da limpeza de áreas comuns.

O embarque nas estações Pedro Nolasco, em Cariacica, no Espírito Santo, e em Belo Horizonte, será encerrado 15 minutos antes do horário de partida do trem. A circulação também será retomada entre Nova Era e Itabira, em ambos os sentidos. O horário de partida será mantido.

Em caso de dúvidas, o passageiro pode entrar em contato com o canal de atendimento Alô Ferrovias (0800 285 7000).

 
PIB tem queda recorde de 9,7% no 2º trimestre, auge do isolamento social

01/09/2020

O Produto Interno Bruto (PIB) do país encolheu 9,7% no segundo trimestre de 2020, na comparação com o trimestre anterior, auge do distanciamento social adotado para controle da pandemia de Covid-19. Essa é a segunda queda trimestral seguida e o menor resultado para a economia desde o início da série histórica, em 1996, segundo o Sistema de Contas Nacionais Trimestrais, divulgado hoje (1/9) pelo IBGE.

Em valores correntes, o PIB, que é soma dos bens e serviços produzidos no Brasil, somou R$ 1,653 trilhão de abril a junho. No primeiro semestre do ano, a economia acumulou queda de 5,9%. Nos últimos quatro trimestres, encolheu 2,2%, e na comparação com o segundo trimestre do ano passado, o recuo foi de 11,4%. O PIB está no mesmo patamar do final de 2009, auge dos impactos da crise global provocada pela onda de quebras na economia americana.

A retração da economia resulta das quedas históricas de 12,3% na indústria e de 9,7% nos serviços. Somados, indústria e serviços representam 95% do PIB nacional. Já a agropecuária cresceu 0,4%, puxada, principalmente, pela produção de soja e café.

“Esses resultados referem-se ao auge do isolamento social, quando diversas atividades econômicas foram parcial ou totalmente paralisadas para enfrentamento da pandemia”, explicou a coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis.

Na indústria, o recuo se deve às quedas de 17,5% nas indústrias de transformação, 5,7% na construção, 4,4% na atividade de eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e 1,1% nas indústrias extrativas.

“Nos serviços, a maior queda foi em outras atividades de serviços (-19,8%), que engloba serviços prestados às famílias. Também caíram transporte, armazenagem e correio (-19,3%) e comércio (-13,0%), que estão relacionados à indústria de transformação. Outros recuos vieram de administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (-7,6%) e informação e comunicação (-3,0%)”, acrescentou a coordenadora.

Os únicos resultados positivos foram verificados em atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (0,8%) e as atividades imobiliárias (0,5%).

Consumo das famílias tem queda recorde de 12,5%

Pelo lado da demanda, a maior queda foi no consumo das famílias (-12,5%), que representa 65% do PIB. “O consumo das famílias não caiu mais porque tivemos programas de apoio financeiro do governo. Isso injetou liquidez na economia. Também houve um crescimento do crédito voltado às pessoas físicas, que compensou um pouco os efeitos negativos”, disse Rebeca Palis.

O consumo do governo recuou 8,8% no segundo trimestre, muito por conta das quedas em saúde e educação públicas, explica a coordenadora do IBGE. “Na saúde, os gastos ficaram mais focados no combate à Covid-19, e as pessoas tiveram receio de buscar outros serviços, como consultas e exames, durante a pandemia. Na educação, utilizamos nas contas o percentual do Ministério da Educação de alunos que tiveram aulas ou não. Isso fez com o que o consumo do governo caísse bastante também”, detalhou a coordenadora, destacando que o resultado não tem relação com a política fiscal.

Os investimentos (Formação Bruta de Capital Fixo) também recuaram 15,4%, por conta da queda na construção e na produção interna de bens de capital. Somente importação de bens de capital cresceu no período.

A balança de bens e serviços registrou uma alta de 1,8% nas exportações, enquanto as importações recuaram 13,2%. “Essa alta nas exportações tem muito a ver com as commodities, produtos alimentícios e petróleo. Já as importações caíram em vários setores, de veículos, toda a parte de serviço, viagens, já que tudo parou devido à pandemia”, disse a coordenadora de Contas Nacionais.

No acumulado do primeiro semestre, o PIB caiu 5,9% em relação ao mesmo período de 2019, com desempenho positivo da agropecuária (1,6%). Na indústria (-6,5%) e nos serviços (-5,9%) os resultados foram negativos. “Essa foi a primeira taxa semestral negativa desde 2017, quando estávamos saindo da crise econômica que ocorreu, principalmente, entre 2015 e 2016. Agora, voltamos a uma nova queda no PIB”, conclui Rebeca Palis.

 

 
Fiemg doa mais 5 mil máscaras a hospitais e entidades do Vale do Aço

01/09/2020

Cinco Unidades de Saúde e quatro Entidades Assistenciais de municípios da área de abrangência da Fiemg Regional Vale do Aço foram beneficiadas na sexta-feira, 28/08, com a doação de 5 mil máscaras, cirúrgicas descartáveis, produzidas no Senai Modatec, especializado na formação de profissionais para o setor da moda.

As máscaras serão destinadas aos profissionais que estão atuando na linha de frente de combate a Covid-19 no hospital Jaques Gonçalves Pereira (Belo Oriente), hospital Vital Brazil (Timóteo), Unidade de Pronto Atendimento de Timóteo, hospital São Sebastião (Dionísio), Centro de Assistência à Saúde (Caratinga), além das entidades assistências: Cantinho dos Idosos, Casa do Oleiro, Renascer e Comunidade Cemoriá, todas localizadas em Santana do Paraíso.

“Agradecemos a iniciativa da Fiemg que tem atuado não só a favor da indústria, mas também apoiando as Unidades de Saúde no combate ao coronavírus”, destacou Geovany Neves, diretor administrativo do hospital Vital Brazil.

Marilene Silva, coordenadora administrativa do Cantinho dos Idosos, também agradeceu a doação. A entidade de longa permanência abriga atualmente 9 idosos e atua há 18 anos no município de Santana do Paraíso.

Para o presidente da Fiemg Regional Flaviano Gaggiato, a entidade continua atuando em várias frentes no combate a pandemia. “Nesses seis meses de luta contra o novo coronavírus, a Fiemg  foi responsável pela manutenção e doação de respiradores, fabricação e doação de álcool e máscaras e somente na Regional foram doadas até o momento, 25 mil máscaras e 6 mil litros de álcool 70%.

A Fiemg doou 100 ventiladores pulmonares ao governo federal na quarta (26), durante encontro entre o presidente da República, Jair Bolsonaro, do governador, Romeu Zema e do presidente da Fiemg Flávio Roscoe, que estiveram no Vale do Aço para a cerimônia de reativação do alto-forno 1 da Usiminas. Bolsonaro foi recepcionado por Flávio Roscoe no aeroporto de Ipatinga, onde simbolicamente recebeu a doação.

 

 
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