O técnico Ney Franco concretiza um sonho

10/09/2020

Apesar de se sentir em um sonho realizado por estar no Cruzeiro, Ney Franco promete não dar descanso aos jogadores para atingir o objetivo principal, que é o acesso para a Série A do Campeonato Brasileiro do ano que vem.

O treinador não fugiu da realidade ao comentar sobre o que é disputar uma segunda divisão nacional. Ele que tem uma experiência bem sucedida com o Coritiba onde foi campeão e com o Goiás, tirando o time da lanterna da competição para o acesso à Séria A.

Nesta sexta-feira, ele faz a sua estréia, no comando do time celeste, no Mineirão, contra o Vitória da Bahia, às 21h. O time baiano está na 7ª colocação com 13 pontos. O Cruzeiro abre a zona de rebaixamento, é o 17º, uma vitória celeste pode iniciar a reação do time na competição. Motivação não vai faltar para os jogadores e comissão técnica do Cruzeiro.

Paraná Clube e América, ambos com 17 pontos, e Chapecoense com 16 e Juventude com 15, são os quatro primeiros na Série B.

 

Coelho vence o Paraná e é vice-líder

América vence o líder Paraná Clube, em Coritiba, no estádio Dorival de Brito e assumiu a vice-liderança. O Coelho jogou ontem. O gol do time americano foi marcado por Rodolfo aos 9 minutos do segundo tempo. Cinco minutos depois, o América poderia ter ampliado o placar e construído uma vitória mais tranquila. Alê teve a chance em uma cobrança de pênalti, mas chutou fraco no meio do gol e o goleiro Alisson defendeu com os pés.

América desliga a chave na Série B e volta as atenções para a Copa do Brasil. Na quarta-feira (16), o time encara a Ponte Preta, no Moisés Lucarelli, pelo duelo de ida da quarta fase do torneio.

 
Galo perde por seus próprios erros

A noite de ontem não foi boa para a torcida atleticana que viu o seu time ser derrotado pelo Santos, na Vila Belmiro, por 3 a 1 com falhas individuais  do Victor e Mariano e a expulsão de Rafael. Foram vacilos que comprometeram a atuação do Galo que voltou a desperdiçar gols e a chance de assumir a liderança do campeonato. Um jogo muito movimentado no primeiro tempo, mostrando um Atlético muito ousado, prá cima do time peixeiro com duas extraordinárias chances nos 4 primeiros minutos de jogo, com  o goleiro João Paulo fazendo milagres para evitar o gol do Galo. Até os 15 minutos só deu Galo com o Santos totalmente na defensiva. Aos 16 minutos o goleiro Rafael foi expulso por fazer falta dura, imprudente no Marinho, que no contra ataque, foi derrubado próximo ao meio do campo. A defesa mineira estava toda no ataque. Um recuo errado de Mariano que estava no campo de ataque, causou todo esse sofrimento. Com um a menos o Galo ainda assim foi ofensivo, mas em outro erro de marcação e a falha de Victor, um frango, Artur Gomes chutou fraco e o goleiro ainda frio na partida aceitou e a bola passou por entre as suas pernas, com o Santos saindo na frente.

Vitor ainda errou no terceiro gol do Santos, marcado de pênalti, ele tocou errado para Junior Alonso que tentou proteger a bola e acabou derrubando Marinho, num lance bastante discutível, marcado pelo VAR.

Antes da expulsão de Rafael, o Galo reclamou de um pênalti não marcado em Guilherme Arana, ignorado pelo VAR, que aliás apitou o jogo todo, tais eram as paralisações seguidas do juiz que por qualquer falta, chamava o VAR desnecessariamente. Foi uma arbitragem desastrosa.

Allan Franco ainda marcou empatando o jogo, aos 34 min mostrando a força do Galo que desde os 15 minutos iniciais jogou com um a menos. O Santos mesmo jogando nos contra-ataques marcou novamente aos 39 com Marinho, depois de mais um erro de Mariano.

No segundo tempo a partida foi mais moderada, equilibrada e com o Santos mais na defesa, mesmo com um jogador a mais em campo, passou a fazer cera, toda hora caia um jogador em campo paralisando a partida. O Atlético terminou a partida com mais finalizações, foram 16 contra 7 do Santos. O Galo foi punido pelas circunstâncias da partida, erros individuais de seus goleiros, e a ótima atuação do goleiro adversário. Domingo recebe o Bragantino, às 16h, no Mineirão pela 10ª rodada.

 
Saiba quais os novos critérios do auxílio emergencial estendido até dezembro

09/09/2020

O benefício sofreu mudanças com regras mais rígidas para as pessoas que têm direito e um valor menor do que o disponibilizado anteriormente

O Auxílio Emergencial instituído pelo Governo Federal para ajudar a população de baixa renda durante a pandemia da Covid-19 no Brasil foi prorrogado até dezembro deste ano. Apesar disso, o benefício sofreu mudanças com regras mais rígidas para as pessoas que têm direito e um valor menor do que o disponibilizado anteriormente.
Com a publicação da Medida Provisória 1.000/2020, o auxílio emergencial será pago em quatro parcelas no valor de R$300,00. É importante destacar que não receberão essa ajuda os trabalhadores que tenham vínculo de emprego formal ativo adquirido após o recebimento do auxílio emergencial iniciado em abril deste ano; aqueles que tenham obtido benefício previdenciário, assistencial, seguro-desemprego ou de programa de transferência de renda federal após começar a receber o auxílio emergencial em abril; quando a pessoa receber proventos acima de meio salário-mínimo e a renda familiar mensal total acima de três salários mínimos ou se for uma pessoa que mora fora do Brasil.
Além disso, não terão direito a receber o benefício, pessoas que em 2019 tiveram rendimentos tributáveis em valor superior a R$ 28.559,70; que tinha, em 31 de dezembro de 2019, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, incluída a terra nua, de valor total superior a R$ 300.000,00; entre outros requisitos estabelecidos pela medida provisória.

De acordo com o economista e professor da Universidade de Brasília, José Luiz Oreiro, essas novas medidas adotadas pelo governo federal, principalmente na redução dos valores do auxílio para a população, podem trazer dificuldades para a economia brasileira pois diminui a recuperação que estava acontecendo até poucos meses atrás.  
“Observamos é que nessa prorrogação por quatro meses houve uma redução significativa do valor do auxílio emergencial. Isso vai ter impacto no nível de atividade econômica no quarto trimestre. O auxílio foi importante para limitar a queda de atividade econômica do segundo trimestre, está sendo importante na recuperação parcial do terceiro trimestre, mas a mesma irá perder fôlego no quarto trimestre de 2020 por conta da redução no valor do auxílio emergencial”, explicou Oreiro.
Para o governo, houve um avanço na definição dos critérios de quem pode receber. Além disso, levou em consideração apontamentos do Tribunal de Contas da União (TCU), com o objetivo de melhor selecionar o público-alvo do programa e dar uma destinação mais adequada ao dinheiro público.

O ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, afirmou que apesar das reduções no valor do auxílio emergencial, essa ajuda do governo chegou a 44% dos lares em julho e deve ter impacto significativo na redução das desigualdades de renda durante esse momento de pandemia.
“Mais de 60 milhões de brasileiros vão ter direito a receber o auxílio emergencial de R$300 daqui até dezembro, em um valor total de R$777 milhões, sendo que R$11 milhões nós já temos aqui no Ministério da Cidadania. Esses são recursos ordinários que estavam destinados ao Bolsa Família, e vamos ter uma medida provisória de crédito extraordinário no valor de R$65 bilhões para completar os pagamentos até o mês de dezembro”, disse o ministro.

*Fonte: Brasil 61

 

 
<< Início < Anterior 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Próximo > Fim >>

Página 4 de 135