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Aconstrução de uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) em Coronel Fabriciano, que gerou uma grande polêmica no município regada a troca de ofensas entre Executivo e Legislativo, terminou o 2009 na Justiça. A decisão sobre a construção da ETE está nas mãos do judiciário, que suspendeu a construção em segunda instância. O diretor operacional da Copasa, Valério Máximo, disse que a empresa aguarda uma decisão final e mantém sua posição favorável à construção da estação. “A Copasa procura comprovar na Justiça que cumpre com a legislação ambiental e que o melhor local para a ETE é o apontado pela empresa. Continuamos querendo construir a estação”, frisou o diretor. O local pré-definido para construção fica entre os bairros Santa Terezinha e o Mangueiras.

Valério Máximo frisou que esse imbróglio prejudica a população do município e redondezas. “Elas estão sem esgoto tratado. Por isso, tentamos sensibilizar o Legislativo, Executivo e Judiciário, pois vemos discussão em Conpenhague sobre os impactos ambientais do mundo. Todos querem um meio ambiente saudável. É isso que a Copasa busca. Precisamos tratar o esgoto para melhorar qualidade de vida das cidades”, argumentou Valério.

 

Taxa

Na última semana a empresa conseguiu derrubar a liminar que a obrigada a cobrar apenas um terço da taxa de esgoto, calculada sobre 60% da conta. No dia 27 de novembro, por meio de ação impetrada por uma Ong Ambiental de Fabriciano, a Justiça determinou a redução. As contas emitidas desde então contavam com desconto. Mas com a reversão, a empresa voltou a cobrar 60% desde o último dia 17.