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As Mulheres

Arnaldo Jabor


O cara faz um esforço desgraçado para ficar rico pra quê?

O sujeito quer ficar famoso pra quê?

O indivíduo malha, faz exercícios pra quê?

A verdade é que é a mulher o objetivo do homem.

Tudo o que eu quis dizer é que o homem vive em função de você.

Vive e pensa em você o dia inteiro, a vida inteira. Se você, mulher, não existisse, o mundo não teria ido pra frente.

Homem algum iria fazer coisa alguma na vida para impressionar a um outro homem, para conquistar um sujeito igual a ele, de bigode e tudo.

Um mundo só de homens seria o grande erro da criação. Já dizia a velha frase que “atrás de todo homem bem-sucedido existe uma grande mulher”. O dito está envelhecido. Hoje eu diria que “na frente de todo homem bem-sucedido existe uma grande mulher”.  É você, mulher, quem impulsiona o mundo. É você quem tem o poder, e não o homem. É você quem decide a compra do apartamento, a cor do carro, o filme a ser visto, o local das férias. Bendita a hora em que você saiu da cozinha e, bem-sucedida, ficou na frente de todos os homens.

E, se você que está lendo isto aqui for um homem, tente imaginar a sua vida sem nenhuma mulher. Aí na sua casa, onde você trabalha, na rua. Só homens. Já pensou? Um casamento sem noiva? Um mundo sem sogras?  Enfim, um mundo sem metas.

Alguns motivos pelos quais os homens gostam tanto de Mulheres:

1- O cheirinho delas é sempre gostoso, mesmo que seja só xampu.

2- O jeitinho que elas têm de sempre encontrar o lugarzinho certo em nosso ombro.

3- A facilidade com a qual cabem em nossos braços.

4- O jeito que têm de nos beijar e, de repente, fazer o mundo ficar perfeito.

5- Como são encantadoras quando comem.

6- Elas levam horas para se vestir, mas no final vale a pena.

7- Porque estão sempre quentinhas, mesmo que esteja fazendo trinta graus abaixo de zero lá fora.

8- Como sempre ficam bonitas, mesmo de jeans com camiseta e rabo-de-cavalo.

9- Aquele jeitinho sutil de pedir um elogio.

10- Como ficam lindas quando discutem.

11- O modo que têm de sempre encontrar a nossa mão.

12- O brilho nos olhos quando sorriem.

13- Ouvir a mensagem delas na secretária eletrônica logo depois de uma briga horrível.

14- O jeito que têm de dizer “Não vamos brigar mais, não...”

15- A ternura com que nos beijam quando lhes fazemos uma delicadeza.

16- O modo de nos beijarem quando dizemos “eu te amo”.

17- Pensando bem, só o modo de nos beijarem já basta.

18- O modo que têm de se atirar em nossos braços quando choram.

19- O jeito de pedir desculpas por terem chorado por alguma bobagem.

20- O fato de nos darem um tapa achando que vai doer...

21- O modo com que pedem perdão quando o tapa dói mesmo (embora jamais admitamos que doeu).

22- O jeitinho de dizerem “estou com saudades”.

23- As saudades que sentimos delas.

24- A maneira que suas lágrimas tem de nos fazer querer mudar o mundo para que mais nada lhes cause dor.

 
Tese de Guerdjieff

Tarcísio Barbosa

 

George Ivanovitch Gurdjieff, ou simplesmente Gurdjieff como é mundialmente conhecido, nasceu entre 1866 e 1870 em Alexandrópolis,na província de Kars, na Rússia. E faleceu em Paris em 1949.  Escritor, filósofo, pensador, deixou-nos belos ensinamentos que perdurarão por todos os tempos.  Sua obra-prima é Beelzebu’s Tales to His Grandson – Contos de Belzebu a seu Neto. Entre seus escritos estabeleceu 20 regras do bem-viver. Dizem os estudiosos  que se a gente seguir pelo menos 10 destas regras, já teremos uma vida de plena felicidade. Papo-cabeça!

Mas vamos às tais regras:

1.Faça pausas de dez minutos a cada duas horas de trabalho, no máximo. Repita essas pausas na vida diária e pense em você, analisando suas atitudes.

2. Aprenda a dizer não sem se sentir culpado ou achar que magoou. Querer agradar a todos é um desgaste enorme.

3. Planeje seu dia, sim, mas deixe sempre um bom espaço para o improviso, consciente de que nem tudo depende de você.

4. Concentre-se em apenas uma tarefa de cada vez. Por mais ágeis que sejam os seus quadros mentais, você se exaure.

5. Esqueça, de uma vez por todas, que você é imprescindível. No trabalho, em casa, no grupo habitual, por mais que isso lhe desagrade, tudo anda sem sua atuação, a não ser você mesmo.

6. Abra mão de ser o responsável pelo prazer de todos.

7. Peça ajuda sempre que necessário, tendo o bom senso de pedir às pessoas certas.

8. Diferencie problemas reais de problemas imaginários e elimine-os, porque são pura perda de tempo e ocupam um espaço mental precioso para coisas mais importantes.

9. Tente descobrir o prazer de fatos cotidianos como dormir, comer e tomar banho, sem também achar que é o máximo a se conseguir na vida.

10. Evite se envolver na ansiedade e tensão alheias. Espere um pouco e depois retome o diálogo, a ação.

11. Família não é você, está junto de você, compõe o seu mundo, mas não é a sua própria identidade.

12. Entenda que princípios e convicções fechadas podem ser um grande peso, a trava do movimento e da busca.

13. É preciso ter sempre alguém em que se possa confiar e falar abertamente ao menos num raio de cem quilômetros. Não adianta estar mais longe.

14. Saiba a hora certa de sair de cena, de retirar-se do palco, de deixar a roda. Nunca perca o sentido da importância sutil de uma saída discreta.

15. Não queira saber se falaram mal de você e nem se atormente com esse lixo mental: escute o que falaram bem, com reserva analítica, sem qualquer convencimento.

16. Competir no fazer, no trabalho, na vida a dois, é ótimo... para quem quer ficar esgotado e perder o melhor.

17. A rigidez é boa na pedra, não no ser humano. A ele cabe firmeza.

18. Uma hora de intenso prazer substitui com folga três horas de sono perdido. O prazer recompõe mais que o sono. Logo, não perca uma oportunidade de divertir-se.

19. Não abandone suas três grandes e inabaláveis amigas: a intuição, a inocência e a fé.

20. Entenda, de uma vez por todas, definitiva e conclusivamente: você é o que fizer de si mesmo.

 
A Inserção da Educação Superior na Organização Mundial do Comércio (OMC)

Carlos Alberto Serra Negra *

Elizabete Marinho Serra Negra *

 

Globalização não é um processo histórico novo. Não teve início, mas teve seu ápice no processo das grandes navegações do século XV. Historicamente, entretanto, sabemos que o que está por trás das grandes navegações, não foi o benefício aos países pobres, mas a consolidação das relações de poder e extração de riquezas dos países conquistados.

Os Fenícios, comercialmente, já se utilizavam da exploração de mercados além mar. Já no primeiro século a.C. os Helênicos espalharam-se pelo mundo. No Império Romano, a política adotada pelo Imperador Teodósio foi expansionista, com a finalidade ampliar os seus domínios, sua influência e seu comércio. Na época da expansão marítima e das colonizações, o que hoje é conhecido como o mercantilismo, o processo expansionista também se fez presente, com a Espanha, Inglaterra e Portugal, que tinham objetivos nitidamente comerciais e econômicos, além das cruzadas, que aparentemente tinham motivos religiosos, mas que na verdade contribuíram para a expansão do comércio e da exploração econômica.

Dessa forma, a mercantilização é uma função inerente a atividade humana que começou nos primórdios das civilizações com o escambo, e com a mudança de paradigmas, a criação do dinheiro como unidade de valor, passou a ser um processo de compra e venda. No conceito atual do mundo moderno o termo significa que tudo tem seu preço e está a venda.

Atualmente, o processo de globalização caracteriza-se: pelo avanço tecnológico; pela abertura dos mercados; pela implantação e consolidação da democracia em países dominados por um regime forte; pela redução do poder do Estado na economia, um Estado mínimo; pela livre circulação de produtos e informações; pela internacionalização do capital não-produtivo (financeiro); pelo aumento do poder das empresas transnacionais; pela consolidação de novos blocos econômicos como: ALADI, NAFTA, APEC, PACTO ANDINO, MERCUSUL e ALCA.

Consequentemente, desses fenômenos decorrem o surgimento de novos paradigmas: competitividade, tecnologia e capacidade técnica de trabalho; surgimento de novos produtos e expansão de mercado; surgimento de novos pólos de poder econômico; aparecimento de mega empresas passam a fazer às vezes dos Estados Multinacionais; aumento da pobreza dos países subdesenvolvidos;

Para reger essa economia global a Organização Mundial do Comércio (OMC) foi constituída em janeiro de 1995 pelos Estados-Membros do Acordo Geral das Tarifas e Comércio (GATT) que, por sua vez, teve origem em 1947. A Função básica da OMC é a organização de normas comuns e internacionais pelos Estados-Membros que gere e os representam em base legal e institucional num sistema multilateral. Tem de modo mais simples, o objetivo de regular as trocas internacionais e promover o livre comércio.

Do ponto de vista institucional e de poder a OMC é mais que um conjunto de acordos comerciais. É um organismo de poder supranacional. Pois ela pode: elaborar normas; julgar países no descumprimento de acordos; determinar sanções aos países membros. Percebe-se que a OMC assume um poder muito grande sobre as nações do mundo inteiro e que, em sua essência, acumula as funções executivas, legislativas e judiciárias do sistema de comércio internacional aos interesses da maioria dos países membros.

Em se tratando de educação, em todos os países do mundo, as atividades de ensino sob qualquer modalidade movimentam muito dinheiro. O Setor recebe investimentos de 5% do Produto Interno Bruto – PIB em países desenvolvidos e 4% em nações em desenvolvimento. Pouco se sabe ainda sobre as conseqüências das discussões na qualidade, no acesso e no equilíbrio do comércio dos serviços de educação, mas sabe, sobretudo, que é uma fatia de mercado que cresce em todos os países.

A idéia de que os serviços de ensino sejam comercializados livremente, facilitando operações como a atuação de grupos educacionais estrangeiros e a aprovação de cursos a distância podem alterar sensivelmente as leis nacionais. As mudanças legais atingiriam diversos níveis, desde treinamento profissional até os cursos de pós-graduação.

Os donos mundiais do negócio da educação precisam de mercados novos para expansão, o que torna os países em desenvolvimento um atrativo. Para muitos a indústria do conhecimento, a educação transformada em negócio, é uma tendência mundial. Isso pode ser bom ou ruim. A educação é encarada como um produto qualquer. Cabe ao usuário avaliar o que está comprando. Esta tem sido a tônica nacional e internacional daqueles que defendem a educação como negócio.

A OMC reconhece quatro formas de oferta de serviço educacional como livre comércio: 1) fornecimento além de fronteira, que prevê a atuação das instituições de ensino em outros países que não os de origem; 2) ensino no exterior, para alunos estrangeiros, que aderem a programas de intercâmbio; 3) estabelecimento de uma presença comercial, que implica na abertura de um campus no exterior ou na fusão com outras escolas; 4) oferta de especialistas para cursos especiais, palestras ou equipes de pesquisas.

Segundo a OMC os serviços de educação podem ser divididos em três principais categorias: os cursos presenciais no país, os cursos a distância e os cursos presenciais em outro país por meio de programas interinstitucionais.

Contudo, tratar a educação como ‘negócio’ tem repercussões mais profundas.  No caso do ensino superior, objeto alvo da OMC, existe um quadro teórico e conceitual dado pela Conferência de Paris em 1998, de que a educação seja vista como um negócio comercial. Foi levando em consideração que a internacionalização da educação superior é, em primeiro lugar e antes de tudo, o reflexo do caráter mundial da aprendizagem e da pesquisa e que a cooperação neste campo, essencial nos dias atuais, deve ser baseada numa associação autêntica e na sua confiança mutua e solidária.

Outra discussão que se verifica é que caracterizar a educação como serviço ou mercadoria traz á tona a discussão do papel social do ensino. Provavelmente a educação puramente comercial atenderá as exigências de mercado e não preparará as gerações para as dificuldades e as demandas de crescimento dos países.

Entretanto, na reunião realizada na França, não ficou decidido se educação é um ‘bem’ ou ‘serviço’ público e que envolve dois aspectos que é o governo mantendo o monopólio do poder sobre a educação, onde as empresas privadas têm apenas uma concessão para atuar na área. O outro aspecto é a discussão de qual é o ‘produto’ da educação: o aluno? a comunidade? a pesquisa? ou o conhecimento? Até hoje não está bem resolvido a questão do produto da educação.

O Brasil vem adotando uma posição defensiva nas discussões sobre os serviços de educação na OMC e ficará atento para que os resultados não interfiram nas leis do país. Para o Ministério da Educação (MEC) não há restrições a estrangeiros implementarem instituições de ensino, associar-se a entidades nacionais ou oferecerem cursos de longa distância. No entanto, todos os cursos devem receber permissão do órgão para funcionar, obedecer à LDB e ser avaliados pelos sistemas existentes no país, como o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES).

Na concepção e diretrizes do programa do atual governo brasileiro a valorização da cultura nacional é um elemento fundamental no resgate da identidade do país. Em relação às universidades públicas e privadas serão valorizadas e integradas ao processo de desenvolvimento nacional, considerando seu papel na recuperação da capacidade de produção endógena de tecnologia e seu papel crítico diante da sociedade. Vale bem a frase de uma campanha do sindicato dos professores: Educação não é mercadoria!

* Professores e Pesquisadores do UnilesteMG. Membros da Academia Mineira de Ciências Contábeis. Doutorandos em Administração pela Universidade Nacional de Rosário – Argentina.

 
Dá-me a tua mão...

Tarcísio Barbosa

 

Dá-me tua mão. Vem comigo. Deixa que eu te leve para os meus sonhos de amor e paixão.  Vem devagarinho. Não tenho pressa. Falarei para ti doces palavras no mesmo ritmo da tua respiração. Desvendarei para ti meus segredos há tanto tempo guardados e te direi mais uma vez o quanto eu te amo.

Dá-me tua mão. Vem para os meus braços que vou envolver-te carinhosamente. Sentirás nos lábios o doce sabor de um beijo meu. Dado de paixão. Fala-me dos teus segredos, dos teus fantasmas. Das tuas alegrias e tristezas. Sou todo ouvidos. Escuta meu silêncio que valerá por mais que mil palavras.

Dá-me tua mão. Solta-te das amarras que te prendem à realidade da vida. Vem viver um sonho de amor.  De paixão. Que durará enquanto a chama da paixão continuar acesa. Que será eterna enquanto durar.

Dá-me tua mão. Vem para o meu mundo, para a realidade dos meus sonhos. Para eu continuar sonhando. Vamos passear pelos campos verdejantes da nossa terra. Nas belas cachoeiras tomaremos banho juntos. Beberemos das fontes das águas mais puras num cálice dos lírios e descansaremos à sombra dos ipês floridos, sentados na grama cheia de flores douradas que caem destas árvores tão belas. Ouviremos o cantar dos pássaros nas árvores em busca do amor.

Dá-me tua mão. Vamos passear pela praia e olhar o horizonte longínquo, ver o mar beijando o céu. Aproveitaremos o ritmo das ondas na praia e dançaremos bem abraçadinhos.  E mais uma vez sonharemos com nosso futuro. De amor. De felicidade. Vamos navegar em um barquinho branco sempre em águas calmas como deverá ser nosso amor. Sem atropelos, sem pressa.

Dá-me tua mão. Vamos ver juntos as estrelas e prestar atenção às cadentes que são lágrimas de amor dos apaixonados lá do céu. Entre eles Romeu e Julieta. Simão Botelho e Tereza de Albuquerque, do livro Amor de Perdição, de Camilo Castelo Branco. Beatriz e Dante Alighieri. Marília e Dirceu, um amor dos tempos de Inconfidência Mineira. Dom Pedro e a Marquesa de Santos.

Dá-me tua mão. Serei teu escravo e teu senhor. Vou seguir-te por todas as veredas da terra. Mas tens que jurar  mais uma vez sob as estrelas, como eu já fiz tantas vezes, e num terno beijo, que me amarás durante toda a nossa jornada. Que será bela a teu lado.

Dá-me tua mão... e vem...vem simplesmente me amar!

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