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Almoço de negócios

Por Eugenio Mussak

 

A sua carreira e seu futuro profissional que estão literalmente à mesa, é bom estar atento para pequenos detalhes que fazem a diferença.

Escolha bem o local - em almoço de negócios não tente inovar com restaurantes exóticos ou aquele boteco que tem uma picanha maravilhosa. Deixe para ir a estes locais com os amigos nos fins de semana.

Leve em conta as preferências gastronômicas – afinal ele pode ser vegetariano – e o temperamento do seu convidado. Se ele adora ser visto, não haverá problema em levá-lo ao restaurante da moda. Porém, se for avesso a multidões, o mesmo lugar pode se transformar numa imensa cilada. O melhor mesmo é marcar o encontro em um local onde você já é conhecido. Assim, as chances de ser melhor atendido aumentam consideravelmente. Faça sempre a reserva antecipadamente: evitará muitos transtornos.

Pontualidade é uma questão de respeito - Demonstra profissionalismo e elegância acima de tudo. Além disso, chegar na hora ou mesmo uns minutos antes lhe dará tempo para se recompor do caos do trânsito e pensar nas prioridades do que será conversado. Finalmente, o estresse de estar atrasado é muito maior do que o de chegar antes e ficar esperando, ainda que seja meia hora.

E, já que você chegou antes, é delicado esperar por seu convidado para pedir o primeiro drinque. É claro que nada o impede de ir bebericando uma água ou refrigerante. Por falar em drinques, todo cuidado é pouco: se tomar um antes do almoço evite pedir vinho. Ou, se o fizer, beba com moderação, pois é preciso estar no controle o tempo todo e não “alegrinho” ou sonolento demais...

Cumprimente de longe - Uma vez à mesa, nem pense em se levantar para cumprimentar quem quer que seja, por mais prestígio que tal pessoa possa lhe trazer. É uma enorme falta de consideração para com seus companheiros. Um simples aceno de cabeça, mesmo que de longe, dá conta do recado. Se alguém vier cumprimentá-lo, levante-se e faça uma rápida apresentação. Lembre-se: o que importa são as pessoas que estão com você à mesa.

Na hora de fazer o pedido, deixe seu convidado à vontade e, no máximo, sugira a especialidade do restaurante. Não queira impressionar pedindo o prato mais caro e complicado. Seja simples na escolha e nem ouse falar sobre os problemas do colesterol. Sugira o vinho com a ajuda do maître ou sommelier, mas, se perceber que ninguém está muito propenso a beber, não insista.

A hora certa - O assunto do encontro deve ser abordado sem pressa. É bom primeiro pedir os pratos para depois abordar o assunto. A não ser que seu convidado puxe a conversa, deixe-o relaxar antes de entrar no tema. E, uma vez resolvidos os pontos principais, passe novamente para os assuntos gerais e só volte a abordar o tema já na saída, como conclusão do encontro.

Por melhor que esteja a conversa, almoços ou jantares de negócios têm hora para acabar. Você pode oferecer mais um café, ou simplesmente colocar o guardanapo sobre a mesa, indicando que o encontro está no fim. E peça a conta muito discretamente.

Se você convidou, mesmo sendo mulher, é natural que pague a conta. Quando as duas partes já se conhecem de relacionamentos profissionais anteriores, é perfeitamente aceitável dividir. E, claro, se você quiser ser realmente elegante, acerte a conta antes, sem que ninguém perceba.

 

* Texto publicado na revista Vencer www.vencer.com.br

 
O Rei da história

Conta a história que o Rei da glória não tinha onde nascer.

E não foi em berço de ouro, cercado de tesouros que Ele veio ao mundo.

Foi com humildade, com toda simplicidade. À nós se deu essa grande verdade:

Não importa onde você nasce, ou que você possui, o mais importante é o que você é.

Guarda seu coração, tudo o que provém Dele, vai determinar sua vida.

Natal não é tradição, nem troca de presentes, é Deus vindo em forma de homem, para resgatar o próprio homem. É o amor transformando-se em gente, para que o mundo seja diferente. Ama-te a ti mesmo, ao que está ao teu lado e ao que está distante, o pobre, o necessitado, os sem esperança e você vai ter entendido a verdadeira mensagem do Natal.

Letícia Thompson

 
NESTE NATAL EU DESEJO

Neste Natal eu desejo que as verdadeiras amizades continuem eternas e tenham sempre um lugar especial em nossos corações.

Que as lágrimas sejam poucas e compartilhadas.

Que as alegrias estejam sempre presentes e sejam festejadas por todos.

Que o carinho esteja presente em um simples olá, ou em qualquer outra frase, mesmo digitada rapidamente.

Que os corações estejam sempre abertos para novas amizades, novos amores, novas conquistas.

Que DEUS esteja sempre com sua mão estendida apontando o caminho correto.

Que as coisas pequenas como a inveja ou o desamor, sejam retiradas de nossa vida.

Que aquele que necessite ajuda, encontre sempre em nós uma animadora palavra amiga.

Que a verdade sempre esteja acima de tudo.

Que o perdão e a compreensão, superem as amarguras e as desavenças.

Que tudo o que sonhamos se transforme em realidade.

Que o amor pelo próximo seja nossa meta absoluta.

Que nossa jornada de hoje e de sempre, esteja repleta de flores, paz e amor.

 
OLHANDO O MAR

Tarcísio Barbosa

 

As ondas do mar indo e vindo lembram minhas paixões, amores, angústias que vão e vêm num movimento sem fim por toda a minha eternidade. As ondas fortes se desmanchando na areia, o barulho alucinado das suas águas, o branco da sua espuma, sua eternidade. Tudo isso me cativa, me fascina, me encanta.

O mar tem uma dimensão infinita, a tentação perene do mistério. Assim como a paixão, o mar é indomável, absoluto, envolvente, profundo. Assim como o mar, a paixão é misteriosa – de uma beleza imensa - mas cheia de perigos. Assim como a paixão, o mar devora-nos totalmente, ou deixa-nos à deriva, sem piedade.

Devo mergulhar na paixão como um náufrago do mar, ou mergulhar no mar como um náufrago de uma paixão para deixar de sofrer por amor? Ser tragado afundando-me para sempre e não mais voltar?

Foi neste mesmo mar que Mariana, apaixonada por Simão, se atira quando seu amado parte em degredo para as Índias, no livro Amor de Perdição, de Camilo Castelo Branco. Foi neste mesmo mar que morreu a chinesinha Dinamene, apaixonada de Camões, a quem ele dedicou o Soneto 19 – Alma minha gentil que te partiste/ tão cedo desta vida, descontente/ repousa lá no céu eternamente/ e viva eu cá na terra sempre triste - uma das mais belas odes ao amor de nossa língua.

Foi assim ao ver o mar pela primeira vez que meus olhos se viram no teu olhar. Não tive a intenção de me apaixonar, mas nem tentei fugir da paixão que me prendeu dentro de teu olhar. Mergulhando no verde do mar, mergulhei no verde dos teus olhos e me apaixonei para sempre por ti.

Olhando o mar, eu penso em ti, espero somente por ti, pensando nas doces palavras “te amo” que murmuravas docemente para mim. Ouço somente a ti. O sol espalhando as nuvens aquece meu coração. As ondas que se quebram sobre os rochedos vêm molhar meus pés, trazendo-me a doce lembrança dos nossos passeios pela praia. Por que, naquela época, não dançamos juntos nesta praia sob os acordes eternos do mar!

Navegarei em ondas de esperança, esperando que jogues ao mar teu orgulho e retornes a meus braços.

Quero retornar numa onda para a vida outra vez contigo para sempre.

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