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ELOS DA VIDA

Pessoas são como elos...

Elos que se entrelaçam pela força do destino,

Elos que se definem pelo livre arbítrio...

Pessoas formam histórias.

Histórias de vida, com rumos pré destinados...

Histórias de vida, de livre escolha dos próprios atos.

O nosso eu acaba sendo formado de pessoas...

Pessoas que amamos, pessoas que odiamos, pessoas especiais ou insignificantes...

A nossa história é formada de pessoas...

Muitas delas ficam apenas um pouquinho conosco...

Outras, uma eternidade de tempo físico...

Outras ainda uma eternidade de tempo espiritual.

Essas permanecem conosco mesmo depois que o elo físico se rompe...

São personagens de relações eternas de amor!

O rompimento doloroso só consegue provocar o afastamento da matéria; do espírito jamais...

São essas pessoas que fundamentam o nosso alicerce de vida.

Elas vão e ficam ao mesmo tempo.

São pessoas que jamais nos deixam sós, pelo simples fato de morarem dentro de nossos corações...

Elas são elos inquebráveis, que nos tornam capazes de sermos também elos em outras vidas...

Elos de amizade... Elos de amor...

Assim é a corrente da vida, onde as pessoas formam sempre elos...

Sinto que vivemos uma nova era de relacionamento,feita também de elos...

Elos virtuais... mas tão reais...

Elos que nos marcam profundamente!!!

 
Encontro dos Amigos de Viçosa

Tarcísio Barbosa

 

Sempre é bom relembrar o passado, principalmente quando foi uma época saudosa, que no traz doces recordações. Como recordar é viver - e por que não reviver? - é que os amigos Antôniop Zacour e Cicinho Fontenelle tiveram a grata inspiração de criar este evento para nós – amigos de Viçosa. Não importa que sejam ou não viçosenses – nativos com se dizia antigamente. Às vezes, de maneira até pejorativa. Para ofender, menosprezar. Que a mim nunca atingiu. Eu me orgulho de ser nativo, apesar de não ter nascido em Viçosa. Deixando de prolegômenos, o fato é que já estamos no quinto encontro.

Dia 27 de setembro, no Viçosa Clube, clube dos mais simpáticos de nossa cidade, foi que se procedeu ao evento. Vieram amigos de várias partes do país. Já estamos internacionais, porquanto saiu de Viçosa eu já considero que é outro país.

O imortal Sexteto Melodia, da década de 60, alegrou-nos com sua música. Hoje o Sexteto, dos antigos componentes, só restam Zé Boia e Salgadinho. Como só ia acontecer, ele iniciou tocando Aquarela do Brasil, do grande Ary Barroso, que estudou no Colégio de Viçosa da década de 30. Que vontade sair dançando!  Mas me contive, não sei por quê. Talvez por vergonha. Será! Meus amigos diriam que não, que nunca tive. Quando o Sexteto tocou “aqueles  olhos verdes, translúcidos, serenos”, por pouco não me  emocionei, ao me lembrar de uma namoradinha de olhos verdes dos tempos da adolescência. Braba que só ela!

Eu me sentei a uma mesa com quatro colegas do curso de agronomia. E contamos muitos casos. Falamos dos apertos por que passamos e dos grandes porres de cachaça daquela época. Foram tiradas muitas fotos de recordação. E meus amigos me disseram que eu morreria com muita saúde por ter abandonado a bebida.

O bifê foi do José Antônio, atual concessionário do bar do Viçosa Clube. Deu o recado direitinho. Tendo servido muibródios de refinado preparo. Muibródios, coisa nenhuma, que é preciosisimo! Frescura! Tira-gostos mesmo. Saborosos. Claro que não podiam faltar os torresmos. Era festa de mineiro, uai!  Deliciosos. Crocantes. E a cachacinha?  Também não faltou e da melhor “supimpitude”. Coisa melhor pra mineiro só beijinho da mulher amada, pois mineiro gosta de mineira e de uma boa cachacinha. Da qual somos o maior produtor do Brasil. Se ninguém beber cachaça, como ficam os plantadores de cana, a indústria. Penso que tomar uma cachacinha em Minas é até uma questão de patriotismo!

Segundo alguns estatísticos da hora, compareceram ao evento uns 80 amigos de Viçosa. Um língua grande disse que se somassem as idades de todos, daria 3.000 anos. No que discordei no ato. Seriam uns 3.500 anos. Apesar do fato de ser amigo de Viçosa não ter nada a ver com idade provecta – ou quase – pois praticamente todos os amigos que compareceram tinham mais de 60 anos.  Não podemos nos esquecer das mulheres, que também comparecerem dando maior brilho e graça ao evento. No próximo ano, vamos ver se trazemos um número maior de gente nova. Pra arejar. E há alguns amigos que estão querendo para o próximo ano um churrasco feito durante o dia. O evento ficaria mais descontraído.  No que eu concordo.

Assim transcorreu este ano o V Encontro dos Amigos de Viçosa. Os organizadores estão de parabéns! Foi um sucesso! Clima de festa, de solidariedade, de amizade, de confraternização. Ano que vem tem mais.

Venha festejar conosco.

 
Cuidado com o golpe “saidinha de banco”

Há  uma quadrilha atuando na região aplicando um tipo de assalto chamado de “saidinha de banco”, onde os criminosos ficam atentos (vigiando) as ações bancárias realizadas dentro das agências, e passam por telefone celular as características da pessoa e quando ela sai à rua aplicam o assalto e /ou seqüestro relâmpago para execução de saques.

Eles procuram atuar em bancos movimentados, pois assim podem se misturar aos demais.

Esta semana, teve 3 casos em Ipatinga e a polícia está tentando prender os criminosos, e há indícios que o núcleo da quadrilha seja em Ipatinga.

 

Algumas dicas para prevenir este tipo de crime:

· Quando for sacar atentar/verificar se há alguém vigiando/olhando a transação que está sendo realizada;

· Evite saques de quantias altas;

· Evite contar o dinheiro sacado em local visível ao público e divida o dinheiro nos bolsos;

· Evite levar no momento do saque, crianças, sacolas/bolsas, pacotes, etc..;

· Atentar no momento da saída do banco se há alguém lhe seguindo, caso ocorra procure entrar em local movimentado e se for o caso chame a polícia;

· De preferência realizar transações bancárias e evitar o saque.

Importante multiplicar esta informação nas reuniões de comunicação das áreas para evitar que nossos empregados e/ou familiares sejam vítimas.

 
Crise Econômica não afeta Lucro das Empresas de Energia Elétrica

Carlos Alberto Serra Negra *

Elizabete Marinho Serra Negra **

 

Acrise econômica que se alastra em nível mundial teve origem nos estados unidos por causa, principalmente, de operações mal feitas no mercado imobiliário e bancário e que se alastrou por todo o mundo. No Brasil, empresas de todos os tamanhos e segmentos foram afetadas, algumas mais outras menos.

Na economia de um país há três situações, consideradas no geral, de acontecer com relação a sua atuação: a) pleno desenvolvimento – crescimento e expansão de todos os segmentos econômicos beneficiando todas as empresas; b) recessão – diminuição e retração de todos os segmentos econômicos afetando todas as empresas; c) crise – crescimento e expansão de algumas empresas, diminuição e retração de outras, de forma que nem todos os segmentos são afetados.

Portanto, devemos lembrar que o momento atual, iniciando em setembro de 2008, é considerado uma crise econômica, que afetou algumas empresas e outras não. Lógico que deve se ter em conta que muitas empresas não foram “aparentemente” afetadas porque tomaram medidas administrativas (e estratégicas) para conter a crise com sucesso.

Dessa forma, foi realizada uma pesquisa com o objetivo de apurar se a crise econômica mundial afetou as empresas brasileiras de capital aberto do segmento de energia elétrica no primeiro trimestre de 2009.

Utilizou-se como prática metodologia uma pesquisa classificada quanto aos objetivos como exploratória e quanto aos procedimentos como bibliográfica e de campo. O universo, e também a amostra, da pesquisa foi de 64 (sessenta e quatro) empresas brasileiras de capital aberto, ou seja, que estão inscritas na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e em operação na Bolsa de Valores de São Paulo (BOVESPA) do segmento de energia elétrica. Os dados de resultado (lucro/prejuízo) foram retirados das Informações Trimestrais (ITR) do site da CVM. Os dados de consumo e aumento tarifário de energia elétrica foram retirados do site da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

Na tabulação dos dados, para o período de 01/01/2009 a 31/03/2009 constatou-se que 7 (sete) empresas, representando 11% apurou prejuízo no período, enquanto que 57 (cinqüenta e sete) apurou lucro, representando 89% da amostra. Mesmo considerando a variação do porte das empresas de energia elétrica envolvidas, o prejuízo máximo de uma empresa foi na ordem de $ 67.405 mil (REDE ENERGIA) e o prejuízo mínimo chegou a $ 19 mil (FORPART).  Quanto aos lucros, a empresa que obteve maior lucro chegou ao valor de $ 336.242 mil (CEMIG) e o menor lucro foi de $ 88 mil (PROMAN). No cômputo geral as empresas tiveram uma média de $ 77.617 mil de lucro no período. Correlacionado esses resultados contábeis com a situação comercial do segmento, constatou-se que o consumo teve queda de 3,1% comparados com o primeiro trimestre de 2008 (residencial +5,9%, comercial +5,3% e o setor industrial -12,5%), em compensação teve aumento tarifário de energia elétrica em alguns estados (reajustes). A diretoria da ANEEL aprovou em 03/02/2009 reajuste das tarifas de energia de distribuidoras de São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Espírito Santo, com média de 9,8%.

No Brasil as empresas foram afetadas pela crise econômica mundial. Algumas foram afetadas negativamente outras positivamente. Esperava-se que empresas com maior market-share (participação no mercado de uma empresa ou produto) seriam as mais afetadas negativamente. A pesquisa revelou que a crise econômica mundial não afetou os lucros das empresas brasileiras de energia elétrica no primeiro trimestre de 2009.

* Professores e Pesquisadores do Unileste-MG, Membros da Academia Mineira de Ciências Contábeis

 
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