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Arrume tempo...

Arrume tempo para ser feliz. É funda-mental que você não só repare nas flores, mas tenha tempo para cheirar e apreciar suas cores... e principalmente, disponha de tempo para oferecê-las a alguém.

Arrume tempo para ter paz. É fundamental que você ouça uma boa música, mas é mais importante ainda, deixar que a música limpe a sua alma... Que ela penetre no seu ser e que você viva cada nota.

Arrume tempo para uma viagem. Pode ser uma viagem curta, ou longa, tudo depende de sua disposição, tempo e dinheiro... Mas o mais importante é ter tempo para ler um livro e viajar com os personagens, onde a emoção puder te levar.

Arrume tempo para organizar-se. É fundamental ter tempo para organizar as suas coisas, mas é fundamental ter um tempo para organizar as suas idéias, seus desejos e reciclar os sonhos. Sonhos parados são como água estagnada, criam bichos e doenças.

Arrume tempo para a família. É fundamental criar laços afetivos bater papo com os pais, com os irmãos, com os amigos mais próximos... Mas é muito importante que você não guarde mágoas, por isso, a conversa ainda é a melhor resposta contra as dúvidas, dores e separações.

Arrume tempo para DEUS. É fundamental contar com Deus. Seja qual for a sua crença, seja qual for a sua religião, sem Deus é impossível ser plenamente feliz. Quanto tempo da sua vida é dedicado a Ele? Quantos minutinhos você dedica à leitura de um salmo, um versículo, uma passagem da Bíblia para meditar e praticar mudanças? Quantas de suas decisões tem a opinião de Deus?

Arrume tempo para o amor. Ame-se! Ame muito. Não se importe com as dores e decepções da vida. Mais infeliz é aquele que ainda não teve uma grande amizade. E toda amizade é grande quando você a torna importante.

Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito. Um se chama ontem e o outro se chama amanhã, portanto, hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer e, principalmente, viver!”

* Autor desconhecido.

 
Quando o Rio encontra o Mar

“Dizem que, mesmo antes de um rio cair no oceano, ele treme de medo.

Olha para trás, para toda a jornada: os cumes, as montanhas, o longo

caminho sinuoso através das florestas, através dos povoados, e vê, à sua frente, um oceano tão vasto que entrar nele nada mais é do que desaparecer para sempre.

Mas não há outra maneira. O rio não pode voltar. Ninguém pode voltar. Voltar é impossível na existência. Você pode apenas ir em frente.

O rio precisa se arriscar e entrar no oceano.

E somente quando ele entra no oceano é que o medo desaparece, porque apenas então o rio saberá que não se trata de

desaparecer no oceano - mas tornar-se oceano.

Por um lado é

desaparecimento e por outro é renascimento.

 

Assim somos nós. Só podemos ir em frente e arriscar. Coragem ! Avance firme e torne-se Oceano!”

 
ADOTAREI O AMOR

Gibran  Khalil  Gibran

Adotarei o amor por companheiro e o escutarei cantando,

e o beberei como vinho, e o usarei como vestimenta.

Na aurora, o amor me acordará e me conduzirá aos prados distantes.

 

Ao meio dia, conduzir-me-á à sombra das árvores

onde me protegerei do sol como os pássaros.

 

Ao entardecer conduzir-me-á ao poente,

onde ouvirei a melodia da natureza despedindo-se da luz,

e contemplarei as sombras da quietude adejando no espaço.

 

À noite, o amor abraçar-me-á, e sonharei com os mundos superiores

onde moram as almas dos enamorados e dos poetas.

 

Na primavera, andarei com o amor, lado a lado, e cantaremos juntos entre as colinas;  e seguiremos as pegadas da vida,

que são as violetas e as margaridas;

e beberemos a água da chuva, acumulada nos poços,

em taças feitas de narciso e lírios.

 

No verão, deitar-me-ei ao lado do amor sobre camas feitas

com feixes de espigas, tendo o firmamento por cobertor

e a lua e as estrelas por companheiras.

 

No outono, irei com o amor aos vinhedos e nos sentaremos no lagar, e contemplaremos as árvores se despindo

das suas vestimentas douradas

e os bandos de aves migratórias voando para as costas do mar.

 

No inverno, sentar-me-ei com o amor diante da lareira

e conversaremos sobre os acontecimentos dos séculos

e os anais das nações e povos.

 

O amor será meu tutor na juventude,

meu apoio na maturidade, e meu consolo na velhice.

 

O amor permanecerá comigo até o fim da vida,

até que a morte chegue,

e a mão de Deus nos reúna de novo.

 
Nunca antes neste país...

Prof. Tarcísio Barbosa

 

Os bordões sempre existiram. Cícero, tribuno romano, vivia dizendo: “Quousque tandem abutere patientia nostra, Catilina? Até quando abusarás da nossa paciência, Catilina? Para os menos  avisados, Catilina não era mulher de Cícero, não. Pois mulher sempre abusa da paciência da gente! Era um político muito dos chatos.  Parecido com os nossos dos tempos de hoje. Ah!, sempre eles, os políticos!

Delenda est Cartago, Cartago deve ser destruída, era o bordão de Catão lá no senado romano.  Até que foi mesmo. Não restou pedra sobre pedra. Está até parecendo a profecia sobre Jerusalém.

O rei Luiz XIV cunhou  L’État c’est moi – Eu sou o estado  - um dos grandes absolutistas da história ocidental.

No Brasil, alguns bordões ficaram célebres. Getúlio Vargas iniciava seus discursos com “trabalhadores do Brasil”.  E ia deitando falação por aí afora. É claro que, como sempre, se dirigia a pouca gente, pois brasileiro nunca foi muito chegado, nada!

Mais recentemente, Sarney, que iniciava seus discursos com “brasileiros e brasileiras”.

Nosso Guia atual, Dom Lula II, não podia deixar por menos, cunhou o não menos célebre “NUNCA ANTES NESTE PAÍS”. Que está ficando antológico.  Tretou, lerou – como dizem os antigos – sai o bordão. Perifraseando nosso Guia, também vou soltar o verbo por aí.

Nunca antes neste país se viram tantas mulheres gostosas andando com o mínimo possível de roupas. Com a calça bem baixinha, mostrando o cofrinho, outras o banco central.

Nunca antes neste país, teve tanta fruta madura e meu sabiá morrendo de fome.

Nunca antes neste país os políticos foram tão “espertos”.

Nunca antes neste país se trabalhou tanto pelas classes menos favorecidas com os programas de transferência de renda como o  bolsa família e o bolsa alimentação. E com o vale alimentação e o vale transporte para o trabalhador. Eu até propus o vale motel. Afinal, na hora do bão mesmo, o governo não ajuda em nada?  E o preço dos motéis anda pela hora da morte!

Nunca antes neste país se pagaram tantos impostos. Quase 40% de tudo o que se ganha vai para o governo.  Trabalhamos os quatro primeiros meses do ano para pagar impostos. Mas vale a pena!  Veja nosso sistema de saúde? Impecável!   Nossas estradas são como tapetes.

Nunca antes neste país houve um apagão aéreo.

Nunca antes neste país se falou tanto em ecologia. Estamos cheios de eco-chatos por aí. Falam muito e trabalham pouco.

Nunca antes neste país se criaram tantas faculdades privadas. Que vivem brigando entre si por alunos. Que são pegos no laço por aí! E com raras e honrosas exceções, nem são tão boas, nada!

Nunca antes neste país houve tanta corrupção.  Muitas delas desvendadas, mas cujos titulares raramente vão para a cadeia. Cadeia no Brasil foi feita para a família do P: pobre, preto e puta.

Nunca antes neste país tanto se fez pela educação: criação de novas universidades federais, de Cefets, do Reuni, do Prouni - Programa Universidade para Todos – que permitiu o acesso de centenas de milhares de jovens carentes às universidades.  FHC, o príncipe dos sociólogos, intelectual reconhecido mundialmente, não fez nem um terço daquilo que já fez Dom Lula II.

Nunca antes neste país houve tamanha oportunidade de trabalho, tanto na iniciativa privada quanto no governo. Todos os dias a imprensa lista um montão de concursos por aí. É hora de os jovens caírem matando e conquistar seu espaço.

Nunca antes neste país... agora já chega de tanta prosopopeia!

 
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