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Os “donos” do poder

Poder (do latim potere) significa literalmente, o direito de deliberar, agir e mandar. A palavra é pequena, mas a áurea que a envolve faz com que muitos, ao provarem do ‘sabor’ do poder renovam continuamente a chance de continuar no comando. Essa é uma prática comum na política. Um exemplo clássico é o senador José Sarney de Araújo, que ingressou na política nacional na década de 50 e aí está até hoje, apesar de tantos altos e baixos. Desta forma, ele e muitos outros acabam reinando por um bom tempo desafiando os princípios da democracia. Mas esse cenário não é exclusivo de Brasília-DF.

No Vale do Aço a política também tem algumas figuras que não saem de cena por uns bons anos. Chico Ferramenta (PT), por exemplo, tem uma longa carreira na política que totaliza 18 anos. Ele foi o deputado estadual mais votado de Minas em 1986 e prefeito de Ipatinga por três mandatos (1989-1992, 1997-2000 e 2001-2004). No período de 1995 a 1996 ele ocupou o cargo de deputado federal. Na sua última investida para retomar o poder, nas eleições de 2008, mesmo com a candidatura sob judice Chico Ferramenta venceu nas urnas. Agora ele e o segundo colocado no pleito Sebastião Quintão (PMDB) disputam na Justiça, por meio de intermináveis recursos, o direito de comandar a cidade. Enquanto isso, o presidente da Câmara de Ipatinga, Robson Gomes (PPS), que está no segundo mandato de vereador, prova pela primeira vez do sabor de ser prefeito, mesmo que interinamente.

Outra figura marcante na política regional é a do atual prefeito de Coronel Fabriciano, Chico Simões (PT). Ele ingressou na carreira em 1989 como vice-prefeito da cidade até 1992. Posteriormente foi eleito vereador do município (1993-1996) e na eleição subseqüente (1997/2000) se tornou prefeito. Em 2002 Chico foi eleito deputado estadual. Depois anos depois, ele abriu mão do seu mandato para se eleger, novamente, prefeito. Ano passado Chico foi reeleito com a grande maioria dos votos. Ao final deste mandato ele completará 22 anos no poder. Em Timóteo, um dos destaques na política é a vereadora Virgínia Scarpatti (PDT), que assumiu este ano o seu quinto mandato consecutivo na Câmara.

 

Entidades

Não são só os poderes executivo e legislativo que atraem o gosto pelo poder. As entidades representativas na região também colecionam figuras muito conhecidas. Tão conhecidas que muitas acabam tendo a imagem atrelada a sua posição. Quando o assunto é sindicato, Luiz Carlos Miranda é uma dos grandes destaques. Ele “reina” no Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de Ipatinga (Sindipa) por 18 anos. Luiz foi eleito presidente da entidade pela primeira vez em 1985 e se reelegeu em 88, com mandatos de três anos. Em 1991, Luiz Carlos assumiu o cargo pela terceira vez consecutiva para comandar o sindicato por quatro anos. O líder saiu de cena por apenas seis anos. Em 2001, Luiz Carlos voltou ao poder se reelegendo em 2005. Ano passado ele venceu novamente as eleições e em 2013 completará 23 anos no comando da entidade.

José Célio Alvarenga é conhecido como Celinho do Sinttrocel não é por caso. Ele está à frente da entidade há 16 anos, sendo que mudou o estatuto ao assumir o atual mandato, permitindo a reeleição sem limite. No Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de Coronel Fabriciano e Timóteo (Metasita), o atual presidente Carlos Vasconcelos entrou para a entidade em 2007 e teve o mandato renovado para 2011. Na Associação dos Aposentados e Pensionistas de Ipatinga (AAPI), o destaque é para Lauro Botelho. Ele foi vereador de 2005 a 2008 e ficou por doze anos na presidência da entidade. Este ano ele assumiu a vice-presidência por mais três anos.

 

Confira outras personalidades marcantes na política regional

Ipatinga - Jamill Selim de Salles: prefeito em 67-69 /72-76 / 82-88 = 10 anos

João Magno: vice-prefeito (88-92); prefeito (93-96); deputado federal (99-03/ 03-07) = 16 anos

João Lamego: vice-prefeito (65-66) prefeito (77-83); deputado (87-90) = 10 anos.

Nilton Manoel: vereador 1983-1988 / 1989-1993 / 1993-1997 /1997-2000 /2007-2008 /2009-2012= 24 anos

Rosângela Reis: vereadora (2000-2004 / 2005-2006) deputada estadual (2007-2010) = 10 anos

Nardyello Rocha: (2001-2004 / 2005-2008 / 2009-2012) = 12 anos

Fabriciano - Paulo Antunes prefeito (82-88 / 92-96 / 2000-2004) = 14 anos

Nivaldo Lagares Pinto “Querubim”: vereador (1993-1996 / 1997-2000 / 2001-2004 / 2008-2012) = 16 anos

Timóteo - Geraldo Nascimento  - prefeito (88-92) deputado Estadual (94-98) Prefeito (2000-2004 / 2005-2008) = 16 anos

Lelé - prefeito (76-82 / 82-88 ) =  12 anos

Geraldo Ribeiro - prefeito (76-82) deputado estadual (84-88) = 10 anos

 

 
Romper com Tudo - Decisão Difícil

 

Quincas Berro D’Água é um dos mais famosos personagens criados por Jorge Amado. Joaquim era um funcionário público exemplar, cumpridor de seus deveres como profissional, cidadão exemplar, pai de família extremoso.

No dia em que se aposentou, abandonou a família e os amigos de seu insosso círculo e caiu na vida, entregando-se ao jogo, às prostitutas e à bebida, tornando-se o maior boêmio de Salvador. Matava de vergonha sua esposa e filha com seus vexames.

Seu apelido lhe veio do berro que dera ao tomar um copo d’água, pensando que fosse cachaça. Morreu em seu quartinho escuro, curtindo a última bebedeira, com um sorriso de escárnio no rosto.

Quincas virara o balde, chutara o pau da barraca, rompera com tudo. Abandonara aquela vida mesquinha, lastimosa e sem horizontes da pequena burguesia, com suas fachadas de moral, de dignidade. Tudo só aparência. Uma chatice só.

Quantos de nós não gostaríamos de chutar o balde, largar tudo e sair por aí? Falta-nos coragem para abandonar um casamento falido que já acabou há muito tempo, um trabalho que traz poucos dividendos para nós no fim do mês, sair de casa sem destino como no filme Easy Rider, mandar o chefe incompetente às favas...

Apanhar a amante e se mandar para um lugar distante e viver de amor, de muito amor, é o sonho de muitos. Sem se preocupar com mais nada a não ser com o dia a dia, com a comidinha, a soneca após o almoço.  Afinal, você virou o balde, chutou o pau da barraca.

Poucas pessoas têm coragem de fazer isso, de romper totalmente com o status quo. Quando muito, ficam aí pelo meio termo. Nem bem lá, nem bem cá. Manobrando. E o medo de dar errado? Principalmente por causa da idade. Da solidão. De ter que recomeçar e voltar para casa, para aquela vidinha chocha outra vez, encarar os amigos dos quais muitos lhe darão as costas. É um risco que poucos se atrevem a correr.

Tenho muitos amigos que chutaram o balde e hoje se arrependem de tê-lo feito. Ou seja, se arrependem de terem demorado tanto a fazê-lo. Outros ainda estão pensando em tomar essa decisão. Continuarão pensando até o fim de seus dias.

Muitos dos meus amigos que chutaram o balde, vivem hoje muito mais felizes que antes. Começaram uma nova vida. Casa nova, mulher nova, novas perspectivas! Alguns, até novos filhos.

Romper com tudo, virar o balde, chutar o pau da barraca!  Decisão difícil!

 

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Carroça Vazia

Certa manhã, meu pais, muito sábio, convidou-me a dar um passeio no bosque e eu aceitei com prazer.

Ele se deteve numa clareira e depois de um pequeno silêncio me perguntou:

- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?

Apurei os ouvido alguns segundos e respondi:

- Estou ouvindo um barulho de carroça.

- Isso mesmo, disse meu pai, é uma carroça vazia.

Perguntei ao meu pai?

- Como pode saber que a carroça está vazia, se ainda não vimos?

Ora, respondeu meu pai. É muito fácil saber que uma carroça está vazia por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça maior é o barulho que faz.

Tornei-me adulto, e até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais, gritando (no sentido de intimidar), tratando o próximo com grossura inoportuna, prepotente, interrompendo a conversa de todo mundo e, querendo demonstrar que é a dona da razão e da verdade absoluta, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo: “Quanto mais vazia a carroça, mais barulho ela faz...”

Pensem nisso...

 
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