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Circuito Villas e Fazendas

Este agradável circuito turístico conta, através das suas antigas vilas e fazendas, a história do Brasil Colônia, do Império e do Brasil até os dias de hoje. Em princípios do século XVIII, os povoados foram surgindo em decorrência das expedições dos bandeirantes em busca de riquezas e as fazendas foram se erguendo em meio às belas montanhas, aos rios e cachoeiras e à abundante Mata Atlântica. Fazem parte deste Circuito os seguintes municípios: Carandaí, Casa Grande, Catas Altas da Noruega, Conselheiro Lafaiete, Cristiano Otoni, Itaverava, Lamim, Queluzito, Rio Espera, Santana dos Montes, São Brás do Suaçuí e Senhora de Oliveira.

Hoje, em cada canto do circuito, encontram-se as marcas de personagens ilustres e fatos históricos: a arte colonial mineira, Tiradentes e a Inconfidência Mineira, a Guerra dos emboabas e a Revolução Liberal, a Estrada Real e o Ciclo do Ouro, as dezenas de igrejas, museus e fazendas, estas últimas, preservadas e restauradas, recebem os visitantes para deliciosas estadias com um gostinho bem mineiro. Além de saborear a deliciosa comida preparada no fogão à lenha, o turista pode comprar boas peças artesanais e conhecer a arquitetura, a música, a religiosidade e as festas típicas desse povo amigo e hospitaleiro.

Seja pelo interesse histórico ou gosto pelo ecoturismo, vale a pena conhecer Carandaí. O patrimônio histórico da cidade está bem conservado, com destaque para as Ruínas do Pontilhão da antiga Ferrovia Pedro II e para a Igreja da Ressaca, cuja pintura da Capela é atribuída ao Mestre Athaíde. A cidade é banhada pelo Rio Carandaí, um paraíso natural, habitat de várias espécies de aves e animais, que oferece oportunidades para a prática de vários esportes. Carandaí, hoje, é uma cidade reconhecida pela hospitalidade do seu povo e uma das pioneiras no Turismo Rural do Estado, sede da mais tradicional prova de mountain bike do Brasil e de diversos eventos off road.

Em Conselheiro Lafaiete, as tradições religiosas e culturais são mantidas pelo povo que expressa seu talento nas artes plásticas e literárias, no teatro, no artesanato, na dança, na culinária e, com excelência, na música, através de seus corais e bandas. É uma cidade onde convivem, harmoniosamente, o passado e o presente. Entre seus principais atrativos históricos e culturais, destacam-se: Matriz de Nossa Senhora da Conceição, Centro Cultural Maria Andrade Resende, Museu Ferroviário, Museu e Arquivo Antônio Perdigão, Fazenda dos Macacos, Ruínas da Estalagem São Lourenço, Gameleira da Varginha, Igreja Santo Antônio, Monumento Cristo redentor e casarões coloniais.

As serras e cachoeiras, os córregos e a nascente do Rio Paraopeba fazem de Cristiano Otoni um agradável refúgio para os ecoturistas. Tradicionalmente religiosa, esta cidade também tem boas festas, dentre elas, a de Nossa Senhora do Rosário e a de São Pedro.

Itaverava, por sua vez, é considerada o berço da formação do povo mineiro. Localizada à leste da Serra do Espinhaço, é banhada pelas águas vertentes do Rio Piranga. Sua vida tranqüila e a bela paisagem proporcionam um ambiente favorável aos que procuram um local de inspiração para a arte. O Casarão de Padre Taborda, sobrado imponente e secular tombado pelo Patrimônio, é importante testemunho da rica história e da prosperidade local.

Rodeada de matas, córregos e rios, a pequena cidade de Lamin guarda em sua área urbana as lembranças de um passado longínquo. Ainda tem calçamento bem conservado e construções com fachadas bem antigas, destacando-se o Solar dos Andradas. Seus principais atrativos são: as águas do Rio Piranga, a Cachoeira Pau-Grande e a Festa do Divino. Estradas de terra abertas ao lado do Rio Piranga, típicas da região, são um convite a paradas, banhos e descanso à sombra de árvores antigas e frondosas.

A tranqüila, pequena e antiga Queluzito guarda antigos rituais em suas festas religiosas. A Festa de Santo Amaro, seu Padroeiro, e as comemorações da Semana Santa são boas demonstrações da fé e religiosidade que sua gente busca preservar. Rodeada de fazendas seculares, sua principal atividade econômica é a agropecuária, sobressaindo-se na produção de leite e realizando, anualmente, sua exposição já famosa nas redondezas. Com matas preservadas e rios cortando toda a região, Queluzito oferece ao visitante agradáveis locais para descanso.

Em Rio Espera, estão as fazendas que abasteciam os garimpos vizinhos no período da mineração. A cidade é reconhecida também pela boa comida mineira. Ali, por alguns anos, viveu o Mestre Aleijadinho. A ele é atribuída a imagem de uma Pietá que se encontra na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Piedade.

Santana dos Montes também preserva belas fazendas dos séculos XVIII e XIX. Algumas dessas antigas construções se prestam hoje ao Turismo Rural com alto padrão de qualidade. A cidade preservou bem o seu centro histórico – o antigo Largo da Matriz -, conjunto arquitetônico onde se destacam a Igreja de Santana e o Solar dos Montes. O patrimônio natural dá nome à cidade através das verdes colinas que a contornam. Remanescentes de Mata Atlântica como a Floresta do Papagaio, as Corredeiras do Rio Piranga e cachoeiras como a do Santinho e a da Caatinga são boas opções de passeios. Congados e Folias de Reis se somam ao artesanato para atrair visitantes.

São Brás do Suaçuí, bem cuidada e bucólica, é famosa por seus quitutes e quitandas caseiras, com destaque para os biscoitos e doces, e para as artes, com seus corais conhecidos em toda a região. Dentre os demais atrativos, as quedas d’água do Córrego Manoel de Andrade e a histórica Igreja Matriz de São Brás são os destaques. Em suas redondezas, corre o Rio Paraopeba com belas paisagens, muita vegetação e clima agradável.

Enfim, visitar o Circuito Villas e Fazendas é se embrenhar por caminhos ricos em história e natureza.

* Fonte: Folder Circuito Villas e Fazendas

 
BH é subsede da Olimpíada 2016

Belo Horizonte sediará jogos de futebol das Olimpíadas 2016. Com a escolha pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) do Rio de Janeiro como sede da competição, a capital mineira teve assegurado o direito de sediar as partidas de futebol masculino e feminino. A inclusão de Belo Horizonte entre as subsedes das Olimpíadas 2016 foi proposta ao COI em fevereiro de 2009 e comunicada, na ocasião, ao secretário de Esportes e da Juventude, Gustavo Corrêa, pelo gerente-geral de Relações Institucionais do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Fábio Starling.
“O Comitê Olímpico Brasileiro verificou o que as cidades brasileiras já oferecem em termos de infraestrutura e o que pretendem realizar para sediar os jogos da Copa do Mundo de 2014, de forma a comprovar se elas atendem às exigências do Comitê Olímpico Internacional”, explicou na ocasião o gerente-geral, revelando que, além de Belo Horizonte, também Brasília, Salvador e São Paulo foram indicadas ao COI.
“Era de se esperar a indicação do Rio de Janeiro, uma vez que o Comitê Olímpico Brasileiro e a Comissão de Candidatura Rio 2016 apresentaram ao COI, em Lausanne, na Suiça, garantias que superaram as exigências apresentadas, e de Belo Horizonte, como subsede, uma vez que dispõe de quatro centros de treinamento, a Cidade do Galo, as duas Tocas da Raposa e o CT do América, todos próximos ao local dos jogos”, avaliou o secretário, assegurando que, com as obras programadas para atender às exigências da FIFA para a realização da Copa do Mundo de 2014, Belo Horizonte “estará em condição de receber os jogos olímpicos”.

Consequência
Para Gustavo Corrêa, a indicação da capital mineira como subsede “é mais uma conseqüência da política de governo de criação das condições necessárias para o recebimento em Minas Gerais de disputas internacionais de modalidades esportivas diversas”. Ele lembrou que Minas Gerais já sediou competições internacionais de futebol, vôlei, tênis, natação e judô. Assegurando que atração de eventos esportivos “é uma diretriz da Secretaria de Estado de Esportes e da Juventude”, Gustavo Corrêa enumerou alguns torneios e jogos internacionais já realizados em Minas Gerais.
“Em 2003, sediamos o Troféu Brasil de Judô. No ano seguinte, fomos sede do jogo Brasil e Argentina, pelas eliminatórias da Copa do Mundo de 2006, o que se repetiu em 2008, pelas eliminatórias da Copa 2010. Em 2006, recebemos também a Seletiva Nacional de Judô. Em 2005, Minas Gerais recebeu os atletas para a etapa final da Copa do Mundo de Natação, o que se repetiu em 2006, 2007, ano em que também sediamos pela primeira vez a Etapa Brasil da Copa do Mundo de Judô, e 2008”, explicou o secretário, destacando que a etapa brasileira das Copas do Mundo de Judô de 2008 e 2009 também foram realizadas em Belo Horizonte.
Ele lembrou ainda que Minas Gerais foi sede, em 2007, do jogo entre Brasil e Canadá, válido pela Liga Mundial de Vôlei e, em 2006, da partida entre Brasil e Suécia, válida pelo play off do grupo mundial da Copa Davis. “E, em 2007 e 2008, recebemos os atletas que disputaram o Aberto Brasil de Tênis de Mesa e, em 2009, a partida entre Brasil e Venezuela, pela Liga Mundial de Vôlei”, completou Gustavo Corrêa.

 
Igreja Católica do Bela Vista está

A Igreja Católica Imaculado Coração de Maria, da comunidade do bairro Bela Vista, em Ipatinga, está realizando vários eventos em prol da construção da igreja que está em fase de assentamento de laje e cobertura. Para o pároco Geraldo Ildeo, a igreja é considerada a maior e mais moderna de Ipatinga com uma área coberta total de 1.200 m², divididos em dois pavimentos. O templo está em obra há dois anos e já contou com investimento de R$ 289.827,14 para execução da fundação, baldrames, vigas, pilares, alvenaria e montagem da estrutura metálica representando aproximadamente 30% do valor estimado para conclusão do projeto - que ainda não tem previsão de término. A comunidade está empenhada nessa causa. De acordo com o padre, muitos fiéis têm colaborado financeiramente utilizando as mais diversas formas para angariar recursos seja através de sorteios de prêmios, feijoadas ou por meio de festas como a da Mãe Rainha. Grande parte do custo da obra também tem sido patrocinada por empresas da região. Com a demolição da antiga igreja, as celebrações estão sendo realizadas na área da construção a pedido do padre Geraldo Ildeo com o intuito de que os fiéis participem e acompanhem de perto a evolução da construção. No período das chuvas as missas serão realizadas na Escola Maurílio Albanese ou na Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE). Para o padre, na região não existem igrejas como as das cidades históricas e sim grandes salas que são utilizados como igreja. "O templo trará um ambiente mais acolhedor e de fácil comunicação. A feição de Maria Mãe de Jesus, remetendo ao nome da igreja, terá harmonia com a arquitetura, arte sacra, acústica e ornamentação associadas à maternidade, compaixão e misericórdia características da devoção, contribuirão para um clima de oração", afirmou.

 
Festa do Rosário em Timóteo

Cerca de 1,2 mil pessoas participaram, no domingo, 4, dos festejos em homenagem a N. Sra. do Rosário. O ponto alto foi a celebração de Missa Conga pelo pároco de Timóteo Cláudio Costa e o padre José Luiz, de Jaguaraçu. O evento integra a programação da 39º Festa do Rosário, que congrega manifestações culturais de origem africana. As homenagens prosseguem no dia 12 de outubro, Dia de N. Sra. Aparecida, às 17h, com concentração na Tenda do Senhor (bairro Olaria), seguida de uma carreata até a Igreja Matriz, onde será feito o encerramento das festividades com a retirada dos mastros. A Festa do Rosário é uma realização da Paróquia São Sebastião de Timóteo, grupos de congado São Sebastião e Instituto Cultural e Religioso Reino do Rosário e dos Reis festeiros Arnoldo Félix e Maria das Graças com apoio da comunidade.

 
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