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Dia do Turismólogo

Para comemorar o Dia Mundial do Turismo e o Dia Nacional do Turismólogo (27 de setembro), o curso de Turismo do  Unileste-MG promoveu diversas atividades na quinta-feira-24, no campus de Coronel Fabriciano. O evento  destinado a alunos, professores, profissionais da área e comunidade em geral.

 

Fortalecimento do turismo local

Com o tema ‘Inventário turístico e sua interface com os segmentos de Turismo’, o evento demonstra, mais uma vez, a preocupação do curso do Unileste em potencializar o debate turístico no Vale do Aço. “Nesta edição, abrimos uma discussão das possibilidades de turismo ofertadas no Circuito Mata Atlântica de Minas, do qual nossa região faz parte, informando sobre a importância deste inventário para a identificação das potencialidades locais e meios de explorá-las”, explica a professora Betinna Tassis, responsável pela organização do evento.

Ainda segundo a professora, o inventário é o primeiro passo para o desenvolvimento turístico da região. “Por meio deste documento será possível identificar as potencialidades do Vale do Aço e realizar o planejamento com foco no desenvolvimento de ações integradas. A partir dos inventários das localidades inseridas em nosso circuito turístico, poderemos certificá-lo, pleiteando investimentos do setor público”, destaca.

 

Documentário e debate

A exibição do documentário “Memória oral da Serra dos Cocais”, às 19h, no Auditório Otton Fava, marcou a abertura do evento. O vídeo é resultado de um projeto de extensão realizado por alunos do curso de Turismo. Em seguida, aconteceu um talk show sobre o inventário turístico e segmentos do Turismo da região, foram entrevistados Bruno Torres, representante da Secretaria de Turismo e Desenvolvimento Econômico de Coronel Fabriciano, e Lívia Castro, secretária de Turismo da Prefeitura Municipal de Marliéria, e debate sobre o assunto, com mediação da professora Cidinha Sampaio.

 

Atrativos turísticos

Como forma de divulgar os atrativos turísticos do Vale do Aço, o evento contou com estandes de comidas típicas, quitutes, roteiros culturais, religiosos e ecoturísticos. Estandes preparados pelos alunos do curso. “Através deste evento, nossos futuros turismólogos terão uma visão do Turismo em toda a sua abrangência profissional. É essencial que nossos alunos percebam, através de oportunidades como esta, a importância de se prepararem para a atuação no setor, mantendo foco no desenvolvimento econômico, com cuidado e respeito ao ambiente natural, com ações de sustentabilidade cultural e preservação do patrimônio histórico”, finaliza Betinna Tassis.

 
Braúnas é destino de universitários e estrangeiros, por meio do projeto Welcome to

Alunos do curso de Turismo do Unileste-MG promovem hoje, o projeto de turismo receptivo intitulado ‘Welcome to’, que tem por finalidade desenvolver um roteiro turístico para estrangeiros e estudantes intercambistas que se encontram na região. Neste semestre, o projeto será realizado em Braúnas, onde cinco turistas da Austrália, Hungria, Indonésia, Estados Unidos e México terão a oportunidade de conhecer os atrativos da cidade, que integra o Colar Metropolitano do Vale do Aço.

A programação tem início às 8h, no campus do Unileste em Coronel Fabriciano, de onde o grupo de alunos e turistas seguirá para Salto Grande, a 9 km do município de Braúnas, que abriga a maior hidroelétrica de Minas Gerais. Fundada em 1952 e pertencente à Cemig, a hidroelétrica de Salto Grande é cercada por uma pequena vila que inclui apenas um hotel, clube e escola. “A vila é cuidadosamente limpa, organizada, com bastante verde e banhada pelos rios Santo Antônio e Guanhães”, explica Breno Gomes, aluno do curso e um dos organizadores do evento.

Intercâmbio cultural

Eric de Oliveira, professor da disciplina ‘Língua Inglesa’, que acompanhará os alunos ao passeio turístico, aponta que “esta é uma ótima oportunidade para os estudantes colocarem em prática a língua aprendida no curso, tanto na forma oral como escrita, tendo em vista que o projeto gira em torno do atendimento aos turistas estrangeiros, e até mesmo o folder do evento foi produzido em inglês pelos próprios alunos”, ressalta.

Segundo a coordenadora do curso de Turismo, Êny Paula Ferreira, a importância do projeto ‘Welcome to’, que vem sendo desenvolvido há vários anos, se traduz na inserção do estrangeiro visitante do Vale do Aço no ambiente acadêmico, proporcionando trocas culturais e exercitação da língua inglesa por parte dos alunos. “É, especialmente, uma maneira de mostrar para os visitantes as belezas naturais e culturais da região, em um evento inteiramente organizado por nossos futuros turismólogos”, finaliza. Outras informações sobre o evento podem ser obtidas através do e-mail Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ou pelo telefone: (31) 3846-5625.

 
Circuito Verde Trilha dos Bandeirantes

Betim,  Conceição do Pará, Esmeraldas, Florestal, Juatuba, Pitangui, Ribeirão das Neves e São Gonçalo do Pará são cidades próximas a Belo Horizonte e, no passado, foram marcadas pela passagem das bandeiras. Hoje, fazem parte do Circuito Verde - Trilha dos Bandeirantes.

O complexo industrial de Betim abriga dois empreendimentos de importância fundamental para a economia do Estado: a Refinaria Gabriel Passos (REGAP) e a FIAT Automóveis. A cidade também tornou-se reconhecida nacionalmente, através do trabalho do Salão do Encontro, importante centro de artesanato.

O município de Juatuba abriga a fábrica da Brahma, que pode ser visitada desde que se agende com antecedência.

Florestal conta com a Central de Ensino e Desenvolvimento Agrário, ligada à Universidade Federal de Viçosa. A Festa da Colheita, realizada em 1º de maio, é um dos acontecimentos da comunidade: ocasião em que todos se entretêm, com muita alegria, nos rodeios, exposição de produtos agrícolas e desfiles alegóricos. As tradições folclóricas são também atração. Neste município, destaca-se a confecção de tapetes arraiolo, que são comercializados nacionalmente e internacionalmente.

Pitangui, a sétima vila da Capitania de Minas Gerais, foi um importante centro de abastecimento regional e para quem estava a caminho de Goiás, após o declínio da atividade mineradora. Hoje a cidade guarda um significativo acervo arquitetônico do século XVIII e XIX na área rural e urbana. A produção artesanal é rica e variada, peneiras, vassouras, gaiolas, cestos, balaios, sabão de cinza, utensílios em folhas de flandres, redes para pesca, bordados, peças em barro e argila são feitos por habilidosos artesãos.

BETIM

Capela Nova do Betim, esta foi a primeira designação do local que teve sua origem no século XVIII e, hoje, é uma das mais importantes cidades da grande Belo Horizonte. Seguiu a trajetória de muitas localidades mineiras que dedicaram grande parte da sua história a atividades agropastoris e, no início do século XX, tiveram seus núcleos urbanos desenvolvidos devido a chegada do trem de ferro e da luz elétrica.
Em 1910 foi construída a estação ferroviária Capela Nova e em 1914 a luz elétrica iluminava o distrito através da construção da Usina Hidroelétrica Dr. Gravatá. O distrito foi tomando um novo impulso com o surgimento de estabelecimentos como curtume, serraria, matadouro e alambiques.
Em 1901, o local se tornou distrito de Santa Quitéria, hoje município de Esmeraldas. A emancipação só aconteceu em 1939 e nome escolhido para o novo município foi Betim.
O grande salto econômico aconteceu na década de 60, com a instalação da Refinaria Gabriel Passos. Com a chegada da Fiat Automóveis, em 1976, tornou-se nacionalmente conhecida. A partir daí, tornou-se um pólo industrial com as industrias satélites da Fiat e outras que acabaram sendo atraídas.
O município tem uma política de tombamento do patrimônio histórico e cultural, que revela a conscientização da importância da preservação dos bens patrimoniais, e vem fomentando atividades culturais através da Fundação Artístico-Cultural de Betim - Funarbe, Centro Artístico-Cultural Frei Estanislau e a Casa de Cultura. Além disso, apoia manifestações populares como o grupo de Gongada e outros. Na área da conscientização ecológica, a cidade vem realizando a Barqueata do Rio Paraopeba e resgatando a trilha ‘Caminho de Santa Quitéria’, antiga estrada que liga Betim a Esmeraldas. No âmbito do Turismo Rural, já é possível visitar fazendas e pitorescos restaurantes especializados.
Sobre a história antiga de Betim, o historiador Rodrigo Cunha Chagas nos conta:
“A origem de Betim está relacionada com o início do ciclo do ouro em Minas Gerais, em princípios do século XVIII. Especificamente, a cidade está ligada às “vilas do ouro” de Sabará e Pitangui. Do ponto de vista geográfico, vindo de São Paulo, está localizada na confluência dos caminhos para Pitangui e Sabará. Dessa forma, a localidade se configura como ponto estratégico para viajantes (sertanistas, tropeiros são mais freqüentes) para o pouso e reabastecimento de viagens, que tinham como destino a Vila Real de Sabará ou a de Pitangui.
O fato é que o ouro das vilas contribuiu imensamente para o tráfego nos caminhos e trilhas das Minas. Era de interesse da coroa portuguesa que os caminhos às vilas fossem de fácil acesso, pois dessa maneira, além de abastecê-las dos mais diversos gêneros, facilitava também a saída do metal precioso para o erário real. Com esses intuitos, foram emitidos bandos e outras ordens reais que se destinavam à construção de pousadas para os viajantes e à manutenção dos caminhos de acesso às vilas do ouro.
Em Betim, que no início do século XVIII era conhecida como Capela Nova do Betim, existe um casarão da época destinada ao uso de pousada e, ao mesmo tempo, venda (estabelecimento comercial) de secos e molhados – este casarão abriga atualmente a Casa da Cultura Josephina Bento. Trata-se de uma construção em estilo bandeirista edificada numa porção de terras altas. Ao redor dessa pousada foram sendo construídas, no decorrer dos anos, casas menores de populares. Em frente à pousada, erigiu-se primeiro uma capela, conforme provisão episcopal de 9 de novembro de 1754 (este feito é um indício de formação de núcleo urbano).
O nome “Betim” é alusivo a José Rodrigues Betim, sertanista, que em 14 de setembro de 1711 recebe sesmaria de Antônio Albuquerque Coelho de Carvalho, “das terras que ficam entre o [Rio] Paraopeba e a estrada das Abóboras [Contagem]” (Geraldo Fonseca). Em 1867, é construída, no local da capela, uma Igreja maior, destinada à devoção de Nossa Senhora do Carmo. Este fato é um outro indício de aumento de população e de importância de ordem.
Neste sentido, toda a conjuntura do século XVIII, que envolve o ciclo do ouro, assim como a presença de José Rodrigues Betim, contribuem para a origem e afirmação da “cidade Betim”. Os fatores decisivos para tanto, na época, foram à construção da pousada e as ereções da capela e da Igreja de Nossa Senhora do Carmo, que servem como vetor de afirmação de um núcleo urbano.”
Adjetivo pátrio: Betinense

 
Diamantina, a cidade que respira história

Quem gosta de aliar turismo com história não pode deixar de visitar Diamantina, que fica a apenas 290 km de Ipatinga. Berço de boa parte da história do Brasil e da exploração de ouro no nosso país, a cidade atualmente preserva características de meados de 1800 e ao mesmo tempo convive em harmonia com as baladas promovidas por universitários que residem no lugar, que abriga a Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri. As ladeiras construídas pelos escravos com pedra-sabão são um convite ao contato com a rica arquitetura da época. As ruas íngremes guardam ainda tesouros da nossa história.

Uma das paradas obrigatórias na cidade é a Casa de J.K, um museu criado na casa onde o ex-presidente do Brasil residiu quando criança. Cada cômodo da casa reúne documentos, recortes de jornais e peças que pertenciam à família, como a própria cama e escrivaninha de Juscelino, seu antigo consultório, instrumentos musicais das serestas que gostava de participar, entre muitas outras raridades. No sótão da casa, um aconchegante bar é um convite a passar mais horas na casa. Mas as atrações não param por aí. Perto da casa de J.K tem ainda o antigo Passadiço da Glória, que agora se tornou Centro de Pesquisa de Geologia da Universidade Federal de Minas Gerais.

O casarão era uma espécie de convento, nos anos de 1860, onde as filhas eram deixadas aos 5 anos de idade e só saiam depois dos 20. No prédio, que guarda um ar de mistério, as freiras ficavam confinadas durante todo o dia. Mas na hora de recolherem, elas tinham que atravessar a rua para chegar aos dormitórios situados no segundo andar de um bordel. Então, para evitar que elas tivessem contato com as pessoas foi construído um passadiço entre os dois casarões que acabou levando o nome da dona do bordel, Glória. O tour por Diamantina guarda ainda opções de longas caminhadas até comunidades quilombolas, a Casa de Chica da Silva, o Museu do Diamante, além das inúmeras igrejas de arquitetura encantadora.

Sem contar a maravilhosa vesperata, uma das maiores atrações turísticas, culturais e musicais de Diamantina. A Vesperata, criada por artistas da própria cidade, abriga os músicos nas sacadas coloniais da Rua da Quitanda, enquanto o público se acomoda na rua, apreciando a bela e original apresentação musical, ao lado dos maestros.

Os maestros circundados pela platéia regem os músicos que ficam nas sacadas das janelas. São impulsionados pela energia que emana da assistência participativa do público. Sua beleza está na simplicidade e harmonia, que dispensam sofisticações, só restando espaço para a naturalidade e o acústico. Este ano você ainda pode assistir dias 19 e 26 de setembo e 03 e 17 de outubro.

Diamantina é, sem dúvida, um convite irresistível.

 

Distrito de Conselheiro Mata

O Distrito está localizado em um vale rodeado por serras. A sede, por ser uma área mais plana, arborizada e de clima agradável, mesmo no verão, é ideal para os que preferem sossego e passeios a pé, de bicicleta ou a cavalo. Com uma população de 420 habitantes, o Distrito é formado por um pequeno agrupamento de casas, uma escola estadual em regime de semi-internato, uma capela dedicada a Nossa Senhora das Dores, uma hospedaria rural e bares. Tudo muito simples.

Para o lazer dos visitantes, o distrito reserva belas cachoeiras: das Fadas, do Tombadouro e do Telésforo. A das Fadas está mais próxima à sede e pode ser alcançada com uma média de 35 minutos de caminhada. Com altitude aproximada de 25m, esta cachoeira tem uma queda espetacular e forma uma verdadeira piscina natural, que proporciona banhos muito relaxantes. Muito próximo à sede do Distrito está o Riacho das Varas, de águas tranqüilas para banho e descanso.

Há, também, a opção de visitar a Fazenda Agarthy, um verdadeiro santuário da natureza, cuja proposta é levar o visitante à prática do autoconhecimento através de terapias variadas, visando o equilíbrio entre o corpo e a mente. Nesse local místico, mesclam-se rochas, colinas, campos, bosques, cachoeiras, quiosques, quadras e lindos templos de estilo neoclássico, destinados à meditação. Se a opção for pela Fazenda Agarthy, é necessário contatar os proprietários: (38) 3531-7253 e 9981-0256.

 
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