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Circuito Verde Trilha dos Bandeirantes

Betim,  Conceição do Pará, Esmeraldas, Florestal, Juatuba, Pitangui, Ribeirão das Neves e São Gonçalo do Pará são cidades próximas a Belo Horizonte e, no passado, foram marcadas pela passagem das bandeiras. Hoje, fazem parte do Circuito Verde - Trilha dos Bandeirantes.

O complexo industrial de Betim abriga dois empreendimentos de importância fundamental para a economia do Estado: a Refinaria Gabriel Passos (REGAP) e a FIAT Automóveis. A cidade também tornou-se reconhecida nacionalmente, através do trabalho do Salão do Encontro, importante centro de artesanato.

O município de Juatuba abriga a fábrica da Brahma, que pode ser visitada desde que se agende com antecedência.

Florestal conta com a Central de Ensino e Desenvolvimento Agrário, ligada à Universidade Federal de Viçosa. A Festa da Colheita, realizada em 1º de maio, é um dos acontecimentos da comunidade: ocasião em que todos se entretêm, com muita alegria, nos rodeios, exposição de produtos agrícolas e desfiles alegóricos. As tradições folclóricas são também atração. Neste município, destaca-se a confecção de tapetes arraiolo, que são comercializados nacionalmente e internacionalmente.

Pitangui, a sétima vila da Capitania de Minas Gerais, foi um importante centro de abastecimento regional e para quem estava a caminho de Goiás, após o declínio da atividade mineradora. Hoje a cidade guarda um significativo acervo arquitetônico do século XVIII e XIX na área rural e urbana. A produção artesanal é rica e variada, peneiras, vassouras, gaiolas, cestos, balaios, sabão de cinza, utensílios em folhas de flandres, redes para pesca, bordados, peças em barro e argila são feitos por habilidosos artesãos.

BETIM

Capela Nova do Betim, esta foi a primeira designação do local que teve sua origem no século XVIII e, hoje, é uma das mais importantes cidades da grande Belo Horizonte. Seguiu a trajetória de muitas localidades mineiras que dedicaram grande parte da sua história a atividades agropastoris e, no início do século XX, tiveram seus núcleos urbanos desenvolvidos devido a chegada do trem de ferro e da luz elétrica.
Em 1910 foi construída a estação ferroviária Capela Nova e em 1914 a luz elétrica iluminava o distrito através da construção da Usina Hidroelétrica Dr. Gravatá. O distrito foi tomando um novo impulso com o surgimento de estabelecimentos como curtume, serraria, matadouro e alambiques.
Em 1901, o local se tornou distrito de Santa Quitéria, hoje município de Esmeraldas. A emancipação só aconteceu em 1939 e nome escolhido para o novo município foi Betim.
O grande salto econômico aconteceu na década de 60, com a instalação da Refinaria Gabriel Passos. Com a chegada da Fiat Automóveis, em 1976, tornou-se nacionalmente conhecida. A partir daí, tornou-se um pólo industrial com as industrias satélites da Fiat e outras que acabaram sendo atraídas.
O município tem uma política de tombamento do patrimônio histórico e cultural, que revela a conscientização da importância da preservação dos bens patrimoniais, e vem fomentando atividades culturais através da Fundação Artístico-Cultural de Betim - Funarbe, Centro Artístico-Cultural Frei Estanislau e a Casa de Cultura. Além disso, apoia manifestações populares como o grupo de Gongada e outros. Na área da conscientização ecológica, a cidade vem realizando a Barqueata do Rio Paraopeba e resgatando a trilha ‘Caminho de Santa Quitéria’, antiga estrada que liga Betim a Esmeraldas. No âmbito do Turismo Rural, já é possível visitar fazendas e pitorescos restaurantes especializados.
Sobre a história antiga de Betim, o historiador Rodrigo Cunha Chagas nos conta:
“A origem de Betim está relacionada com o início do ciclo do ouro em Minas Gerais, em princípios do século XVIII. Especificamente, a cidade está ligada às “vilas do ouro” de Sabará e Pitangui. Do ponto de vista geográfico, vindo de São Paulo, está localizada na confluência dos caminhos para Pitangui e Sabará. Dessa forma, a localidade se configura como ponto estratégico para viajantes (sertanistas, tropeiros são mais freqüentes) para o pouso e reabastecimento de viagens, que tinham como destino a Vila Real de Sabará ou a de Pitangui.
O fato é que o ouro das vilas contribuiu imensamente para o tráfego nos caminhos e trilhas das Minas. Era de interesse da coroa portuguesa que os caminhos às vilas fossem de fácil acesso, pois dessa maneira, além de abastecê-las dos mais diversos gêneros, facilitava também a saída do metal precioso para o erário real. Com esses intuitos, foram emitidos bandos e outras ordens reais que se destinavam à construção de pousadas para os viajantes e à manutenção dos caminhos de acesso às vilas do ouro.
Em Betim, que no início do século XVIII era conhecida como Capela Nova do Betim, existe um casarão da época destinada ao uso de pousada e, ao mesmo tempo, venda (estabelecimento comercial) de secos e molhados – este casarão abriga atualmente a Casa da Cultura Josephina Bento. Trata-se de uma construção em estilo bandeirista edificada numa porção de terras altas. Ao redor dessa pousada foram sendo construídas, no decorrer dos anos, casas menores de populares. Em frente à pousada, erigiu-se primeiro uma capela, conforme provisão episcopal de 9 de novembro de 1754 (este feito é um indício de formação de núcleo urbano).
O nome “Betim” é alusivo a José Rodrigues Betim, sertanista, que em 14 de setembro de 1711 recebe sesmaria de Antônio Albuquerque Coelho de Carvalho, “das terras que ficam entre o [Rio] Paraopeba e a estrada das Abóboras [Contagem]” (Geraldo Fonseca). Em 1867, é construída, no local da capela, uma Igreja maior, destinada à devoção de Nossa Senhora do Carmo. Este fato é um outro indício de aumento de população e de importância de ordem.
Neste sentido, toda a conjuntura do século XVIII, que envolve o ciclo do ouro, assim como a presença de José Rodrigues Betim, contribuem para a origem e afirmação da “cidade Betim”. Os fatores decisivos para tanto, na época, foram à construção da pousada e as ereções da capela e da Igreja de Nossa Senhora do Carmo, que servem como vetor de afirmação de um núcleo urbano.”
Adjetivo pátrio: Betinense

 
Diamantina, a cidade que respira história

Quem gosta de aliar turismo com história não pode deixar de visitar Diamantina, que fica a apenas 290 km de Ipatinga. Berço de boa parte da história do Brasil e da exploração de ouro no nosso país, a cidade atualmente preserva características de meados de 1800 e ao mesmo tempo convive em harmonia com as baladas promovidas por universitários que residem no lugar, que abriga a Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri. As ladeiras construídas pelos escravos com pedra-sabão são um convite ao contato com a rica arquitetura da época. As ruas íngremes guardam ainda tesouros da nossa história.

Uma das paradas obrigatórias na cidade é a Casa de J.K, um museu criado na casa onde o ex-presidente do Brasil residiu quando criança. Cada cômodo da casa reúne documentos, recortes de jornais e peças que pertenciam à família, como a própria cama e escrivaninha de Juscelino, seu antigo consultório, instrumentos musicais das serestas que gostava de participar, entre muitas outras raridades. No sótão da casa, um aconchegante bar é um convite a passar mais horas na casa. Mas as atrações não param por aí. Perto da casa de J.K tem ainda o antigo Passadiço da Glória, que agora se tornou Centro de Pesquisa de Geologia da Universidade Federal de Minas Gerais.

O casarão era uma espécie de convento, nos anos de 1860, onde as filhas eram deixadas aos 5 anos de idade e só saiam depois dos 20. No prédio, que guarda um ar de mistério, as freiras ficavam confinadas durante todo o dia. Mas na hora de recolherem, elas tinham que atravessar a rua para chegar aos dormitórios situados no segundo andar de um bordel. Então, para evitar que elas tivessem contato com as pessoas foi construído um passadiço entre os dois casarões que acabou levando o nome da dona do bordel, Glória. O tour por Diamantina guarda ainda opções de longas caminhadas até comunidades quilombolas, a Casa de Chica da Silva, o Museu do Diamante, além das inúmeras igrejas de arquitetura encantadora.

Sem contar a maravilhosa vesperata, uma das maiores atrações turísticas, culturais e musicais de Diamantina. A Vesperata, criada por artistas da própria cidade, abriga os músicos nas sacadas coloniais da Rua da Quitanda, enquanto o público se acomoda na rua, apreciando a bela e original apresentação musical, ao lado dos maestros.

Os maestros circundados pela platéia regem os músicos que ficam nas sacadas das janelas. São impulsionados pela energia que emana da assistência participativa do público. Sua beleza está na simplicidade e harmonia, que dispensam sofisticações, só restando espaço para a naturalidade e o acústico. Este ano você ainda pode assistir dias 19 e 26 de setembo e 03 e 17 de outubro.

Diamantina é, sem dúvida, um convite irresistível.

 

Distrito de Conselheiro Mata

O Distrito está localizado em um vale rodeado por serras. A sede, por ser uma área mais plana, arborizada e de clima agradável, mesmo no verão, é ideal para os que preferem sossego e passeios a pé, de bicicleta ou a cavalo. Com uma população de 420 habitantes, o Distrito é formado por um pequeno agrupamento de casas, uma escola estadual em regime de semi-internato, uma capela dedicada a Nossa Senhora das Dores, uma hospedaria rural e bares. Tudo muito simples.

Para o lazer dos visitantes, o distrito reserva belas cachoeiras: das Fadas, do Tombadouro e do Telésforo. A das Fadas está mais próxima à sede e pode ser alcançada com uma média de 35 minutos de caminhada. Com altitude aproximada de 25m, esta cachoeira tem uma queda espetacular e forma uma verdadeira piscina natural, que proporciona banhos muito relaxantes. Muito próximo à sede do Distrito está o Riacho das Varas, de águas tranqüilas para banho e descanso.

Há, também, a opção de visitar a Fazenda Agarthy, um verdadeiro santuário da natureza, cuja proposta é levar o visitante à prática do autoconhecimento através de terapias variadas, visando o equilíbrio entre o corpo e a mente. Nesse local místico, mesclam-se rochas, colinas, campos, bosques, cachoeiras, quiosques, quadras e lindos templos de estilo neoclássico, destinados à meditação. Se a opção for pela Fazenda Agarthy, é necessário contatar os proprietários: (38) 3531-7253 e 9981-0256.

 
Circuito das Águas

O Circuito das Águas é formado pelas cidades de Baependi, Cambuquira, Campanha, Carmo de Minas, Caxambu, Conceição do Rio Verde, Heliodora, Lambari, São Lourenço, e Soledade de Minas.

Além do poder medicinal de suas águas, do clima e das opções de passeios, estas cidades são famosas por serem muito acolhedoras e agradáveis. Elas constituem destinos certos para os turistas em busca de alternativas para melhorar ou manter a saúde, que almejam livrar-se do stress e desejam tranqüilidade, relaxamento e muita paz.

As fontes de água, verdadeiras fontes de vida, provêm da Serra da Mantiqueira que, preservando boa parte da Mata Atlântica de Minas, privilegia esses municípios com belíssimas paisagens. A ação humana também contribuiu para compor esses bonitos cenários, com a construção de bonitas praças, parques e fontes.

As águas de cada uma dessas cidades possuem características próprias. Em Cambuquira existem fontes gasosas, magnesiana, férrea, sulfurosa e do marimbeiro. Devem ser tomadas na fonte e possuem um excepcional poder de cura, se consumidas regularmente com orientação médica.

As águas de Caxambu são borbulhantes e ferruginosas. Seu poder de cura fez nascer a esperança em portadores de diversos males.

Em Lambari não é diferente. As águas medicinais são usadas para beber e para os banhos, remédios para o corpo e para a mente. Já São Lourenço, oferece uma infra-estrutura turística moderna, onde a grande atração é o Parque das Águas, com seis fontes minerais. Baependi, por sua vez, é uma das mais antigas cidades mineiras. Além de história, o visitante tem disponível as águas da cura e da saúde. Esta interessante região do sul de Minas foi o portão de entrada para os bandeirantes no final do século XVIII. Várias das suas cidades são remanescentes do Ciclo do Ouro e surgiram como ponto de apoio para bandeiras ou mesmo para as atividades mineradoras.

Têm-se antigos registros como o de Baependi, que data de 1692, e que hoje é a cidade de Baependi. Em 1720, já se delimitavam as divisas com a capitania de São Paulo. No século XIX, essa região viveu um intenso processo de ocupação, já que, com a decadência da área mineradora, a solução foi ocupar as terras até então desprezadas por não possuírem ouro. Assim, a Capitania encontra, nos férteis campos do sul, uma excelente área para o pastoreio e, com o decorrer dos tempos, novas atividades econômicas vieram proporcionar a essa região uma nova trajetória.

Hoje, a atividade turística permeia a região. Quase todas as cidades do Circuito das Águas oferecem infra-estrutura turística. Em geral, os atrativos, além das águas, constituem-se de casarões históricos, parques, termas e praças. E vale a pena, durante a visita, explorar as delícias da culinária, o artesanato e os recantos que compõem a beleza paisagística dos arredores.

O Circuito Turístico das Águas foi certifcado em 05 de julho de 2005.

Certificação renovada em 2008

 
Jaboticatubas

A natureza foi muito generosa. A região possui várias cachoeiras, rios, cânions, e a vegetação é rica e variada. Em suas terras, está uma grande extensão do Parque Nacional da Serra do cipó Atrativos famosos do parque, como a Cachoreira da Farofa e as corredeiras dos cânions, pertencem a Jaboticatubas.

Além dos atrativos naturais, a cidade possui manifestações folclóricas dignas de atenção. Das danças realizadas pelos escravos da região para homenagear Nossa Senhora do Rosário, origina interessante tradição preservada pela comunidade negra do Açude, que é conhecida como “Candombe do Açude”. No povoado do Mato do Tição, realiza-se uma da mais autênticas festas de São João em Minas Gerais, ocasião em que o Candombé do Açude também se apresenta. E, no mês de junho, há o Encontro das Folias de Reis, que reúne grupos do município e de outras cidades.

A origem de Jaboticatubas está na história do “mui devoto” ermitão do século XVIII, Félix da Costa, que iniciou a construção do Convento de Macaúbas. Em suas andanças, encontrou uma região fértil, próxima ao rio Jaboticatubas. Félix acreditou que o local era ideal, uma vez que ali poderia surgir um povoamento que se dedicaria às atividades agrícolas e pastoris para sustento das freiras recolhidas. Através de sesmarias, muitas terras foram incorporadas às propriedades do Convento; mais tarde, essas terras foram negociadas e deram origem a várias fazendas de gado.

No ano de 1753, o Capitão Manuel Gomes da Mota, proprietário da Fazenda do Ribeirão, ergueu uma capela dedicada à Imaculada Conceição e, ao redor dessa, surgiu um povoado, que deu origem ao núcleo da sede do município.

Jaboticatubas teve seu crescimento estimulado pelo Padre Messias Marques Afonso na década de 60 do século XIX, quando reformou a Capela de Nossa Senhora da Conceição e realizou obras, como a organização das ruas do povoado e a construção das capelas do Rosário e de Nossa Senhora das Dores. No ano de 1938, foi criado pela Lei nº 148, de 17 de dezembro, o município. Existem versões para explicar o nome Jaboticatubas. Uma diz: “A origem do nome da cidade está no rio Jaboticatubas, que banha suas terras. A palavra vem do tupi ‘yabuti-guaba-tyba’, ‘jabuticabal’. Significa também “comida de cágado” ou “fruto de que se alimenta o jabuti”.

Os historiadores Leônidas Marques Afonso e Nelson de Sena explicam o nome como um correspondente de Jaboticabal. Já Martius, interpreta a palavra como lugar de Jaboticatubas. Para o viajante inglês Richard Burton, jaboticatuba é uma fruta semelhante à jabuticaba; a diferença é que a árvore é mais alta e não dá fruto até embaixo no tronco, e a casca da fruta tem outro aspecto.

Parque Nacional da Serra do Cipó

Consagrado como um dos mais belos e importantes destinos ecoturísticos do país, o Parque Nacional da Serra do Cipó impressiona os visitantes com a exuberância de sua natureza. Dentro de seus limites estão cânions, inúmeras cachoeiras, rios, paredões, campos rupestres, lagoas que são hoje os grandes atrativos do parque que encantam todos os visitantes.

As atividades ecoturísticas praticadas no parque são: canyoning; turismo eqüestre; caving; cicloturismo; alpinismo; passeio de caiaque e barco; trekking e hikking.

Veja, a seguir, referências sobre os lugares mais procurados do Parque Nacional da Serra do Cipó, cujas distâncias foram calculadas a partir da sede administrativa.

Cachoeira Congonhas  - Por uma trilha que permite observar os notáveis afloramentos rochosos da Serra do Cipó chega-se a Cachoeira Congonhas, que possui um poço onde se pode praticar deliciosos mergulhos. No local é possível também a prática do rapel.

Cachoeira da Derrubada - Possui uma quaeda d’água formando uma piscina natural de aproximadamente 25 metros. Possui águas limpas e mata ciliar circundante a cachoeira. A trilha possui grau médio de dificuldade, sendo 2h30 de caminhada. No período chuvoso é recomendável o acompanhamento de um guia local. Após a Cachoeira do gavião seguir mais três km. A cachoeira está dentro do Vale da Bocaina.

Cachoeira da Farofa - Com acesso mais fácil, esta bela cachoeira é um dos atrativos mais procurados pelos visitantes. Distância: 7 km.

Cachoeira da Taioba - Possui cinco quedas d’águas, tendo acesso somente a primeira que forma uma piscina natural de 20 metros de diâmetro. Possui mata cilair nas margens. A trilha possui um grau médio de dificuldade com duração de 2 horas de caminhada. É necessário muita atenção ao lado esquerdo da margem da cachoeira pois possui bastante espinhos. A partir da Cachoeira da Farofa atravessar o rio Mascate, após a mata entrar à direita seguindo até o riacho da Taioba, seguir a margem direita até a cachoeira.

Cachoeira das Andorinhas - A cachoeira é formada por uma mistura de corredeiras e duchas naturais em meio a uma vegetação de cerrado e a afloramentos de quartzo. Este passeio através da Serra da Bocaina permite a observação de uma bela vista da Serra do Espinhaço.

Cânion Bandeirinhas - Formado pelo afunilamento do Ribeirão Bandeirinhas, apresenta uma sucessão de cascatas, cahoeiras e piscinas naturais. No percurso até o atrativo atravessa o ribeirão Mascate, com o fundo coberto de pedras escorregadias. São mais de 6 Km de rara beleza entremeada por uma flora bem característica. Distância: 13 Km

Capão dos Palmitos  - Após 4 Km de caminhada leve por campos de cerrado e campos rupestres, chega-se a um local com corredeiras e cachoeiras ideais para banhos energizantes.

Lagoa Comprida - É formada por pequenas nascentes. Possui aproximadamente 1,5 Km numa de suas extensões.

Poço Azul - Uma cachoeira de 6 m forma um pço que devido ao reflexo do céu nas águas em certas épocas do ano ganhou este nome. São 3,5 Km de caminhada por trilha fácil. Uma boa opção é conjugar este passeio com o Fervedouro.

Travessão - Um dos mais belos cenários da Serra do Cipó, o Travessão é um imenso penhasco que divide as bacias dos Rios São Francisco e Doce. O local possui pinturas ruspestres, espécies de sempre-vivas, campos de samambaias de altitude, nascentes e uma cachoeira. O passeio deve ser acompanhado por um condutor ambiental. Distância: 17 Km de carro e 9 Km de caminhada. Trecho com um certo grau de dificuldade em certas épocas (nevoeiro e chuvoso).

 
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