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Circuito das Pedras Preciosas

Este circuito é composto pelas cidades: Água Boa, Caraí, Carlos Chagas, Itaipé, Itambacuri, Ladainha, Malacaheta, Minas Novas, Nanuque, Padre Paríso, Poté e Teofílo Otoni.

O Circuito das Pedras Preciosas é conhecido pela riqueza de suas gemas coradas, pequenas preciosidades que guardam belezas únicas e encantam visitantes de todos os lugares do mundo. O Circuito das está perfeitamente centrado na maior provincia gemológica do planeta. A variedade é tamanha que chega a ser considera uma “anomalia geológica” pela comunidade científica. Há centenas de milhares de anos, um enfurecido caldeirão de magma exercia pressões inconcebíveis, levando massas de terra se moverem...Calor intenso agia sobre as rochas, desestabilizando-as. Os átomos se libertavam de suas estruturas cristalinas msiturando-se aos gazes voláteis, água e outros elementos. Estes materiais abrigados nas fendas e cavidades rochosas foram se cristalizando à medida em que a terra esfriava, formando pedras preciosas. Uma gema corada de boa qualidade é o resultado perfeito da alquimia gerada na terra em um passado remoto.

O Circuito é conhecido ainda pelo sabor de sua carne de sol, a qualidade da cachaça, a beleza do artesanato, a história da colonização do Vale do Mucurí, as flores e frutas da Lajinha, além das montanhas e cachoeiras que oferecem condições ideais para prática do eco-turismo e esporte de aventura. A região é cercada pela Serra dos Aymorés e banhada pelos rios Mucuri e Jequitinhonha. As cachoeiras são inúmeras. Também é entrecortada por vales, canyons e trilhas ideais para a prática do rapel, canyoning, cross entre outros. Ao cair da tarde pode se contemplar o pôr do sol, comungar com a natureza e se energizar. À noite é obrigatório um bate papo com os amigos saboreando a deliciosa carne de sol da terra.

Teófilo Otoni é o ponto de partida para qualquer roteiro na região. A cidade está no centro da maior província gemológica do mundo, por isso, recebe anualmente uma das maiores feiras do gêneros do planeta. A FIPP, como é conhecida a Feira Internacional de Pedras Preciosas, encanta turistas e compradores com o brilho de suas gemas.

Quem quiser conhecer a fonte de toda esta riqueza, deve fazer um roteiro pelos garimpos dos municípios de Caraí e Padre Paraíso. Duas operadoras locais conhecem bem esta região e estão aptas para atender os turistas. Sem dúvida, uma experiência emocionente.

Já os municípios de Itaipé e Ladainha abrigam as paisagens mais lindas de todo o circuito. Excelentes para ecoturismo, a geografia destas duas localidades, presenteiam os visitantes com inúmeras cachoeiras, pedras para caminhada, rapel e rafting, além de uma fauna e flora plenamente preservada nos fragmentos locais de Mata Atlântica.

Em Poté, Malacaheta, Itambacuri e Água Boa, estão visíveis os traços mais marcantes do típico mineiro tradicional. Da devoção ao sagrado nas festas do Senhor Bom Jesus em Poté (setembro) e Nossa Senhora dos Anjos em Itambacuri( Agosto) até a fabricação do mais puro queijo minas em Malacacheta e Água Boa, o turista pode ver e apreciar todos os saberes e sabores desta parte saudosista do circuito.

Já em Nanuque e Carlos Chagas os ares do agreste se misturam com os ares do litoral. O resultado, é uma região perfeita para prática de atividades aquáticas e de esportes radicais. Pescaria, passeios de barco, rafting, tirolesa, voo livre, escaladas, além de muito sol e calor, garantem dias de aventura para todo visitante.

Por toda esta diversidade de atrativos, o Circuito das Pedras Preciosas é considerado um dos destinos mais completos de Minas Gerais, por isso, é que pode realmente ser comparado com uma gema, que somente após ser lapidada vira uma jóia que ninguém mais esquece!

Venha nos visitar, vamos levar você ao universo das gemas minerais, de forma lúdica e vivencial. Aqui você vai entender porque nosso nome é Minas Gerais. Uma experiência inesquecível, conhecer todo o processo produtivo desde sua origem, lapidação, identificação, história, causos e lendas garimpeiras. Oferecemos a você o privilégio de sentir e conhecer o milagre da criação em seu habitat natural.

 
Pedro Leopoldo

 

Pedro Leopoldo é uma cidade com muitos atrativos histórico-culturais e turísticos. São grutas, peças arqueológicas antiqüíssimas, cachoeiras, personalidades como Chico Xavier e uma festa muito apreciada: a do “Boi da Manta”.
A cidade possui riquezas incontestáveis. Uma delas é Luzia – o crânio de uma mulher encontrado no sítio arqueológico Lapa Vermelha IV. O fóssil, com cerca de12 mil anos, é considerado o mais antigo das Américas. Os estudos realizados para a reconstituição do rosto de Luzia mostram que ela possuía traços negróides e é a prova de que a região foi ocupada há milhares de anos.
Historicamente, Pedro Leopoldo foi um dos primeiros povoados de Minas. Conduzido por índios, o bandeirante Fernão Dias Paes fundou o Arraial de São João do Sumidouro, em 1674. Ainda é possível encontrar no distrito de Fidalgo – Quinta do Sumidouro vestígios do grupo de Luzia (aproximadamente 11 mil anos), de índios (7 mil anos) e dos bandeirantes (300 anos). O lugar também guarda marcas da história da cidade, os atrativos naturais do Parque Estadual do Sumidouro, uma belíssima lagoa cercada por diversas pinturas rupestres, a casa do bandeirante Fernão Dias e a Capela do Rosário – setecentista e em estilo colonial.
As grutas do Baú, Ciminas, Vargem do Lobo, Lapa Vermelha são muito procuradas por espeleólogos para estudos. Por se encontrarem em propriedades privadas, porém, necessitam de autorização para visitação. Nelas, é possível encontrar restos de cerâmica, instrumentos de variados tipos, fósseis humanos e de animais bem conservados, além de pinturas rupestres.
A economia do local era baseada na atividade agropecuária, mas a fábrica de tecidos de 1895, instalada pelo comendador Antônio Alves, na Fazenda das Três Moças, tornou-se a principal atividade econômica do município.
Os operários da fábrica construíram as primeiras casas no centro da cidade e somente algumas delas, as que estão dentro dos limites da fábrica, que ainda funciona, foram preservadas.
A Estação Ferroviária Dr. Pedro Leopoldo, construída em 1895 num terreno doado pela fábrica de tecidos, deu nome à cidade. Uma homenagem ao engenheiro que construiu o trecho que passa pelo município.
A maioria da população da cidade era formada por trabalhadores da ferrovia e da fábrica de tecidos. Em 1923, Pedro Leopoldo era um povoado de Matozinhos – distrito de Santa Luzia. Nesse mesmo ano, foi elevado à categoria de município, mas instalado em 1924, e a sede, elevada à categoria de cidade em 1925.
Quatro distritos pertencem ao município: Fidalgo – Quinta do Sumidouro, Vera Cruz de Minas, Doutor Lund e Lagoa de Santo Antônio. Várias indústrias se instalaram em Pedro Leopoldo a partir dos anos 50, seja de mineração, seja de cimento, seja de extração de calcário – que se transformou em grande riqueza para a cidade. Destaca-se a primeira Fazenda Modelo, da UFMG, que é utilizada pelos alunos da Universidade.
A exposição agropecuária, que acontece em junho, atrai um grande número de visitantes. O folclore é muito valorizado com o Encontro das Guardas de Congo na festa de Nossa Senhora do Rosário, cavalhadas e a festa do “Boi da Manta”: um mês antes do carnaval, um bloco bem divertido sai nas quartas e nos sábados com muitas fantasias.
Em abril há a Festa do Poste. Tudo começou quando foi encontrada uma placa em um poste da cidade com a data de sua inauguração. Algumas pessoas começaram por brincadeira a comemorar o dia e a festa se transformou em tradição, com direito a bolo e discurso para o aniversariante.
Cidade de clima agradável, localizada a 40 quilômetros de Belo Horizonte e a 8 km do aeroporto de Confins. A cidade pertence ao Circuito das Grutas.
Balneário do Kiki - Lago para a atividade de pesca esportiva e uma represa própria para os visitantes banharem-se, tendo aproximadamente 1hectare cada. Apresenta ao seu redor uma vegetação de mata fechada. É um lugar agradável de clima aconchegante.

 
Pico do Ana Moura é Modelo de Sustentabilidade

O Pico Ana Moura, no município de Timóteo, com seus mirantes, nascentes preservadas e cuidados com a limpeza é, sem dúvida, um laboratório natural para os ambientalistas ecólogos. No Viveiro Municipal de Mudas, situado no bairro Primavera, são produzidas plantas nativas que serão utilizadas nos locais indicados pelos técnicos da Rota do Pico  Ana Moura. A Cemig foi convocada a apresentar estudos para alterar a alocação das suas redes de alta tensão visando facilitar a prática de vôo livre e potencializar a visão da paisagem.

O turismo ecológico está apenas começando, mas já cresce em função do que mais importa para o futuro: o desenvolvimento sustentável

A Rota do pico Ana Moura, formada pelos bairros Pelonha e Petrópolis e pelo próprio pico, constituí-se num complexo que agrega as maiores potencialidades turísticas do município de Timóteo e destaca-se pelas suas características ambiental. São inúmeras as nascentes, biodiversidade da flora nativa e rica  ocorrência de roedores, serpentes, insetos e espécies da avifauna.

A constituição arenosa do solo sedimentado  numa parte expressiva da área do bairro Petrópolis e a existência de pontos com altitude inferior àquela do leito do Rio Piracicaba oferecem características únicas ao local. Existem pontos de alagamento perene por afloramento do lençol e abundância de água por todos os lados. Do alto dos mirantes no Pico Ana Moura é possível ver o brilho das águas nos pesque-pagues e poços da piscicultura. A interferência antrópica na região não causa significativos impactos ao meio ambiente, pois o turismo ecológico é a maior ênfase para atrair ganhos para os moradores.

No Pelonha o turismo rural também já é bem explorado, com aluguel de chácaras, passeios de charretes e outras atrações rurais, e as atividades se encontram em franca expansão a partir dos recentes investimentos da Prefeitura naquele complexo.

 

 
Timóteo

A Paróquia São Sebastião de Timóteo entrou em campanha para a reforma da igreja matriz. Situada no Centro Sul, a igreja foi fundada no início do século XX, constituindo-se na primeira capela de Timóteo, na época conhecido como Vila São Sebastião do Alegre.  Para a condução da campanha estão sendo montadas equipes de apoiadores com empresários, arquitetos e membros da comunidade para realização de vários eventos como shows, bailes e de esporte.

 

História da Paróquia

A Paróquia São Sebastião está situada no Centro Sul em Timóteo. A história da paróquia remonta aos anos de 1910, a primeira capela de Timóteo, antes conhecida como Vila de São Sebastião do Alegre foi construída de tábua e coberta de folha de palmeira. Em 1915 a capela foi substituída por outra construída de “pau-a-pique e barro”, com um pequeno cemitério nos fundos. A capela era assistida por padres que vinham de Marliéria, Jaguaraçu (Grama), Fabriciano ou que aqui residiram após 1930.

Foi construída a primeira casa para acolhida dos padres, próxima à capela. A Vila cresceu, sobretudo depois da implantação da Acesita. A Vila se transformou no Distrito de Timóteo. Nos anos 40 foi criada a Paróquia de São José de Acesita, que passou a responder pela capela de São Sebastião.

A população foi crescendo rapidamente e as necessidades pastorais também. Em 1950 Monsenhor Rafael começou a construir a atual Matriz, um pouco acima da antiga capela. A antiga capela foi desmanchada e o seu cemitério transferido, em seu lugar temos hoje a Praça 29 de Abril.

Em 20 de janeiro de 1963, Festa de São Sebastião, após as devidas consultas, Dom Oscar de Oliveira, arcebispo de Mariana, por decreto, erigiu a Paróquia de São Sebastião, de Timóteo, com área desmembrada das Paróquias de São João de Acesita, Jaguaraçu e Marliéria, elevando a nova Capela de São Sebastião à dignidade de Matriz. A instalação da Paróquia se deu a 21 de abril de 1963.

Durante estes 40 anos da história, a paróquia passou por muitas mudanças, sobretudo a partir de 1965 com a criação da Diocese de Itabira. Atualmente há uma grande participação dos leigos nas pastorais sociais e específicas, círculos bíblicos, nos movimentos e grupos de serviços e demais trabalhos comunitários de evangelização.

 

 
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