Circuito Turístico Caminhos do Cerrado

Belezas naturais, cafezinho com queijo e uma boa prosa...

No mundo existem belos lugares, lindas paisagens, grandes horizontes. E certamente, a região do Circuito Turístico Caminhos do Cerrado faz parte deste imponente cenário. Constituída por cinco municípios do Alto Paranaíba, é uma região bonita por natureza, transcende alegria e inspira um desejo intenso de permanecer aqui e conhecer suas belezas naturais e seu povo bom e acolhedor.

Os municípios de Abadia dos Dourados, Cruzeiro da Fortaleza, Guimarânia, Patrocínio e Serra do Salitre são próximos entre si e possuem afinidade econômica, histórica e cultural. A principal atividade econômica é a cafeicultura em Patrocínio e em Serra do Salitre.

Patrocínio é considerado o maior produtor e exportador do genuíno café do cerrado, além de ser uma bela cidade construída em detalhes. Patrocinio possui lindas praças arborizadas com igrejas imponentes como a Igreja Matriz, Igreja Santa Luzia e a Igreja Presbiteriana com traços de arquitetura eclética. A cachoeira dos Borges, uma das mais ricas e bonitas da região, está localizada na divisa do município de Patrocínio e Guimarânia, encanta a todos que a visitam. Com a certificação o turismo tomou um novo impulso.O  incentivo do governo federal e estadual, através da SETUR e também com a divulgação dos atrativos turísticos e culturais da região, conscientização das comunidades e principalmente pela união dos municípios em prol dos mesmos interesses, consolidou um trabalho conjunto, incentivando o resgate cultural, a proteção ao meio ambiente e divulgação das riquezas de cada município. O turismo de negocio foi incentivado com a vinda de palestrantes renomados como Cristiano Lopes e Gustavo Arrais, mostrando a importância do associativismo para o desenvolvimento do turismo da região. Todos os municípios do circuito são unânimes em afirmar que a regionalização do turismo através da criação dos circuitos foi o passo certo para descentralização do turismo; todos os interessados buscam novos atrativos turísticos, resgatando a história e a cultura de cada município da região do circuito Turístico Caminhos do Cerrado.

O Turismo de Negócios é o ponto forte do Circuito Turístico Caminhos de Cerrado, que atrai empresários para comercialização do café em Patrocínio, o queijo em Cruzeiro da Fortaleza e Serra do Salitre, e as confecções infantis em Guimarânia.

Abadia dos Dourados tem como tradição a Festa de Nossa Senhora de Abadia no mês de agosto e a Festa do Peão e Cavalgada no mês de maio.

Visite Guimarânia no mês de fevereiro e participe da Expo-Guimarânia e do Festival de Pratos Típicos.

Cruzeiro da Fortaleza é famosa pela Festa Regional do Queijo, e Maratona Regional do Queijo no mês de maio.

Em Serra do Salitre, participe da Festa Regional do Café e a Festa de São Benedito.

Além do Turismo de negócios temos atrações naturais que valem a pena conhecer. Patrocínio é uma cidade que recebeu grandes dádivas de Deus, pelas belezas de sua natureza. Do vulcão surgiu uma lagoa e as águas minerais; das águas surgiram as mais belas cachoeiras. Se faltava alguma coisa, o homem fez a sua parte e criou o grande lago. Cachoeira dos Borges, local de grande beleza natural, de 21 metros de altura e poço com 6 metros de profundidade. Água límpida e local com recursos naturais preservados, fica a 35 km de Patrocínio e Guimarânia. O acesso é difícil pelos dois lados, mas vale a pena conferir. A Cachoeira dos Dourados é pequena, tem queda d’água de apenas 2 metros de altura e 2 metros de profundidade, porém o local é excelente área para de camping. Além disso, tem uma ponte de rara beleza, local de fácil acesso a 43 Km de Patrocínio. Cachoeira dos Lemos - Cachoeira com 18 metros de altura e lago com profundidade de 3 metros e meio. Água límpida e muito fria. Local de acesso fácil, porém requer pequena caminhada. Fica a 32 km de Patrocínio. Cachoeira “José Pedro” - Cachoeira com várias quedas pequenas, no total de 15 metros de altura. Antiga usina de fornecimento de energia. Local de fácil acesso e muita área de lazer com uma enorme variedade de plantas e animais.

À 31 km de Patrocínio está Cachoeira “Da Terra” - Cachoeira de grande beleza natural. Tem 30 metros de altura e grande volume de água. Área preservada com exemplares da fauna brasileira. Poço da Cruz - Poço de água límpida, com profundidade de 3,5 metros e pequena cascata. Formado em pedras. Local de fácil acesso.

A 19 km da cidade. Represa de Nova Ponte - Grande lago (represa) formado a partir da Usina de Nova Ponte, com área total inundada de 453 km. Abrange Patrocínio e mais sete municípios da região. Fica entre 20 e 30 km Patrocínio. Patrocínio, além de bem projetada, bonita e alegre, tem entre os seus habitantes grandes personalidades. A vida social é intensa, a solidariedade está presente dia-a-dia, as ações em prol da comunidade são constantes. A sociedade patrocinense tem tradição de participação e de estar sempre presente, independente do nível social. Aliás, costuma-se dizer que a maior riqueza de Patrocínio não está nas suas terras, no seu gado, nas empresas, nem na sua água maravilhosa ou na natureza exuberante, mas no seu povo. Visite o Circuito Turístico Caminhos do Cerrado e conheça suas atrações, sua cultura e seu povo bom e hospitaleiro. Os municípios são todos próximos entre si e a natureza oferece uma paisagem maravilhosa e um clima agradável.

 

* Texto e fotos: Circuito Caminhos do Cerrado


18/12/09

 
Circuito Guimarães Rosa

Primeiro Circuito Turístico baseado em literatura, é destinado áqueles que querem ver, no sertão mineiro, os cenários da obra e vida de João Guimarães Rosa. Pelos caminhos do sertão, apreciam-se o engenho e a arte de viver do sertanejo, o som das violas e do berrante, as festas tradicionais, cavalgadas, passeio de barco pelo Rio São Francisco e ainda Encontros Culturais inspirados nos contos do escritor.

Formado por Araçaí, Buritizeiro, Corinto, Curvelo, Inimutaba, Lassance, Morro da Garça, Pirapora, Presidente Juscelino. são terras de todas as histórias e estórias, e cada município tem as suas para contar. Alguns começaram o seu aldeamento às margens de rios, como o São Francisco e seus afluentes; outros, onde os tropeiros e boiadeiros paravam para descansar, surgindo ranchos; ou ainda ao longo da Estrada de Ferro. Todas com suas peculiaridades, riquezas e características comuns do bem receber.

 

Lassance

Em meados do século passado, Lassance era um lugar onde tropeiros vindos de Montes Claros, Brasiléia, Pirapora e Coração de Jesus paravam para descansar. Foi nessa época que Liberato Nunes de Azevedo se estabeleceu na região, construindo um rancho. Com o tempo, mais famílias foram se instalando. O prolongamento da Estrada de Ferro Central do Brasil atingiu a localidade, impulsionando seu desenvolvimento. Formou-se, assim, o povoado chamado São Gonçalo das Tabocas. Em 1908, com a inauguração da Central, a localidade recebeu o nome de Lassance, em homenagem ao chefe de construção o engenheiro Ernesto Antônio lassance. Foi elevado a distrito de Pirapora em 1923 e, em 1953, tornou-se município.

 

Curvelo

Em Curvelo, no inicio do século XX, a partir da cultura do algodoeiro, instalou-se a segunda fábrica de tecidos da família Mascarenhas. O desenvolvimento da siderurgia mineira fez surgir o reflorestamento de eucalipto. A pecuária, no entanto, sempre constituiu a principal atividade econômica, mas o desenvolvimento do comércio e serviços contribuiu para o crescimento da cidade. Curvelo é um dos municípios mais arborizados do Estado de MG, onde predominam espécies florestais como sibipiruna e oitti.

 

Morro da Garça

A denominação do lugar se deve à existência de uma elevação rochosa, a mais alta da região, cerca de mil metros de altitude, na qual existam muitas garças, proporcionando uma visão de toda a região. Cana, milho, feijão, arroz e mandioca são os produtos cultivados em Morro da garça ainda hoje. Mas a tradição da pecuária se mantém: cerca de 18 mil bovinos compõem a atividade econômica mais importante do município.

 

Corinto

Povoado surgindo de um pouso de tropeiros que vinham de Montes Claros, Nordeste Mineiro e Bahia no rumo de Pitanguinho e do Caminho Novo que levava ao Rio de Janeiro, o município começou chamando-se Curralinho, lugarejo à porta da fazenda de Antônio Araújo dos Santos, que em 1705 já possuía um engenho de açúcar, “que foi o primeiro que se levantou nestas Minas”. Hoje é próspero município, emancipado desde 1923, vivendo da agropecuária, principalmente da pecuária de corte, sua tradição desde os tempos coloniais.

 

Pirapora

A cidade de Pirapora, situada na margem direita do Alto Médio São Francisco, justamente em frente à Cachoeira de Pirapora (pira= peixe; porá= salto, in Brás da Costa Rubim, Ver. I.H.G.B., XLV, 2º, 377), é porto fluvial e ponto inicial da navegação normal do Rio São Francisco. O município é constituído de um único distrito.

 

Buritizeiro

Localizada na Zona do Alto Médio São Francisco, à margem esquerda do “Velho Chico”, Buritizeiro é um dos mais belos municípios do Norte mineiro. Como o clima tropical prevalece a maior parte do ano, a “terra dos buritis”, possui características que propiciam o plantio de diversas culturas, como café, soja, tomate, feijão, coco, palmito, banana e milho, entre outras. Além de intensa atividade agroindustrial, pesca e turismo rural. O Velho Chico, com suas imponentes corredeiras, os majestosos Rio do Sono, Paracatu e Formoso e as belas cachoeiras, como Cachoeiras das Almas, Cachoeira do Jucurutu, Cachoeira Santa Marta, Cachoeira Grande e o belíssimo pico do Itacolomi distribuídos pelo município, convidam os amantes do ecoturismo a conheceram seus atrativos de janeiro a dezembro.

 

Inimutaba

Fundada em 1874 e situada no Vale do Alto São Francisco, Inimutaba, originalmente Cachoeira, teve em suas terras a instalação da segunda fábrica de tecidos da família Mascarenhas. Tratava-se da Fábrica de Santo Antônio do Curvelo, que iniciou sua produção em janeiro de 1877. A indústria têxtil da família Mascarenhas tinha como fundamento o algodão cultivado na região de Minas Novas e nas cercanias de Paracatu, havendo em toda parte, no entanto, pequenas plantações de algodão.

 

Araçaí

Sua origem se deve à construção da Estrada de Ferro Central do Brasil, em 1903. Ao derredor do prédio da estação ferroviária formou-se o povoado, ganhando a condição de distrito em 1911, emancipando-se de Paraopeba em 1943, quando tomou a denominação de Araçaí, nome indígena que significa “fruto silvestre”. Com a Central do Brasil, antiga Estrada de Ferro D. Pedro II, que haveria de ser o Caminho de Ferro, na afirmação do ferroviário e escritor cordisburguense Francisco Timóteo Pereira, contornando montanhas, transpondo leitos de rios e ribeirões, derribando matas, rasgando morros e rochedos, aterrando alagados e depressões ao longo de terras mineiras.

Certificado em 11 de fevereiro de 2005. Certificação renovada em 2008

 
Circuito Veredas do Paraopeba

O Circuito Veredas do Paraopeba é uma região mineira cercada de montanhas, com muitos vales e rios e água abundante. É um paraíso para quem gosta do campo, de praticar esportes ligados à natureza ou simplesmente de contemplá-la. São dez os municípios que a constituem: Bonfim, Belo Vale, Brumadinho, Crucilândia, Ibirité, Mário Campos, Moeda, Piedade dos Gerais, Rio Manso e Sarzedo.

No contexto turístico, Brumadinho é um dos municípios mais atraentes deste circuito. Sua grande atração é o Museu de Arte Contemporânea Inhotim, hoje, o maior museu do mundo a céu aberto, com diversas galerias de arte em meio a um imenso jardim tropical. Nas encostas da Serra da Moeda, o município mantém um bonito parque natural – o Parque Estadual da Serra do Rola Moça – e proporciona a prática de esportes de aventura como balonismo e vôo livre. É ali que se destaca o povoado de Casa Branca, com seus condomínios de luxo, pousadas e restaurantes de boa qualidade. O clima frio da serra favorece à gastronomia. Mas o território municipal preserva muitas áreas verdes e é pontilhado de pequenos povoados, sítios e antigas fazendas entre campos, serras, nascentes, cachoeiras e quedas d’água. Em decorrência de sua história, Brumadinho está hoje inserido no Programa da Estrada Real.

Bonfim mantém suas tradições nas movimentadas festas religiosas e profanas que realiza. O destaque fica para o famoso “carnaval à cavalo”. Muito acolhedora, a cidade ainda conserva parte de suas construções históricas e inúmeros cruzeiros espalhados por toda a região.

A pequena e agradável Crucilândia também guarda antigas igrejas e fachadas de construções históricas. O território municipal mantém um clima úmido, variada vegetação e um relevo caracterizado de colinas entremeadas de vales, conferindo-lhe paisagens muito bonitas. Dentre os seus atrativos naturais, destacam-se: as cachoeiras dos Macacos, do Zé Ventana e da Usina Antiga, as cascatas do Sapecado, do Córrego Muit’água, dos Castros, da Santa Fé e do Córrego da Sesmaria.

Em Ibirité, o destaque é para as manifestações culturais. O município preserva suas guardas de congado e folias de reis e realiza animadas festas típicas, como a do produtor rural. Foi em Ibirité que a educadora Helena Antipoff desenvolveu seu trabalho e suas obras. Como atrações naturais, destacam-se: a Lagoa da Petrobrás, as cachoeiras do Sumidouro e Maravilha e a Serra do Rola Moça.

Em Mário Campos, o destaque fica para a natureza. Ali está a Fazenda Esperança que preserva o mais expressivo manancial de águas da região, com fontes radioativas e fluoretadas que dão à cidade inclusive o status de Estância Hidromineral. As nascentes de rios situadas nos pequenos vales das encostas também merecem destaque. Mas é a Serra dos Três Irmãos, uma extensão da Serra do Curral, que marca a paisagem municipal.

É a prática de esportes como asa-delta, balonismo, paraglider e mountain bike que movimenta o município de Moeda. As caminhadas nas trilhas como a do Elefantinho levam a locais curiosos como a “casa de pedra”, ruína no alto do morro de uma antiga fábrica clandestina de moedas de ouro. Nessa região, o que encanta são as plantas exóticas da Serra da Moeda e o vôo de aves como o gavião e a maritaca, além da presença dos pica-paus e corujas.

Muito visitada por romeiros, Piedade dos Gerais é conhecida por ter sido o local da aparição de Nossa Senhora da Piedade no Vale da Imaculada Conceição. A tradicional hospitalidade dos mineiros aliada às refrescantes cachoeiras, rios e colinas suavemente onduladas atraem aqueles que buscam tranqüilidade e descanso.

Em Rio Manso, os atrativos naturais é que se sobressaem: são cachoeiras como a de Biquinho da Pedra, na localidade de Peroba, e a de Grotas, a “Prainha” do João Mateus, a árvore centenária no Bairro Pequi, entre outros. Mas, ao visitar Rio Manso, vale a visita à Casa da Cultura Dr. Mildo Ruggani e à Igreja Matriz de Santa Luzia. Na paisagem, destaca-se o rio que deu o nome à cidade, desenhando inúmeras curvas nas planícies, com águas mansas e tranqüilas, deixando às margens vastas áreas de pastagens e próprias para cultura.

Próxima a Belo Horizonte, Sarzedo é uma cidade nova que teve sua emancipação em 21 de dezembro de 1995. Por estar tão perto da metrópole, cresce dia a dia, mas seus atrativos naturais localizados em seus arredores permanecem intocados.

Próxima a Belo Horizonte, Sarzedo é uma cidade nova que teve sua emancipação em 21 de dezembro de 1995. Por estar tão perto da metrópole, cresce dia a dia, mas seus atrativos naturais localizados em seus arredores, permanecem intocados.

 

* Fonte: Folder Circuito Veredas do Paraopeba

 
Viçosa

Conhecimento, cultura, muito agito, juventude, pessoas de diferentes partes do país e um descontraído cotidiano de cidade universitária, fazem de Viçosa um dos municípios mais importantes da Zona da Mata.

A história do município tem início em 1800, quando o padre Francisco José da Silva recebeu a autorização para construir uma capela dedicada a Santa Rita. Ao redor da capela, desenvolveu-se um povoado que ficou conhecido como Santa Rita do Turvo.

Em 1871, o povoado foi elevado a município e cinco anos depois passou à categoria de cidade com o nome de Viçosa de Santa Rita, em homenagem a Dom Antônio Ferreira Viçoso, bispo de Mariana. Apenas em 1911, o município adquire a denominação atual.

Nessa época, o município ficou conhecido como importante pólo de comercialização agrícola e atividades econômicas associado ao cultivo do café. Em 1920, o então Presidente, Arthur da Silva Bernardes, mineiro de Viçosa, compreendeu que algo novo teria de ser introduzido para o desenvolvimento econômico da região. Resolveu então incluir em seu programa de governo três projetos.

Um dos projetos foi dedicado à infra-estrutura de energia e transporte; a construção da Companhia Força e Luz de Viçosa e a expansão da estrada de ferro Leopoldina Railway até a cidade. Os outros na área educacional; uma escola de nível médio, destinada à formação prática dos filhos de pequenos agricultores e outra de nível superior, a Escola Superior de Agricultura e Veterinária (ESAV), criada pelo Decreto nº 6.053, de 30 de março de 1922, que originou a Universidade Federal de Viçosa (UFV).

Com a construção da ESAV, Arthur Bernardes pretendia trazer para a cidade tecnologia e estudos relacionados à produção agrícola da cidade. Para organizar e construir o que viria a ser o campus, o presidente contou com o trabalho de dois admiráveis profissionais, cada qual em suas respectivas especialidades. Dos Estados Unidos, trouxe o Professor Peter Henry Rolfs, pesquisador na área de Fitopatologia e diretor da Escola de Agricultura da Flórida. E, da vizinha Ponte Nova, o engenheiro civil João Carlos Bello Lisbôa, formado na Escola Politécnica de São Paulo. Ambos exerceram o cargo de diretor da nova escola. Rolfs, o primeiro, e Bello Lisboa??, o segundo.

Os primeiros cursos aconteceram em 1926 e, para marcar a abertura da escola, foram construídas quatro pilastras, delimitando as duas vias de acesso. Na parte frontal de cada uma delas, inscreveram-se as letras E, S, A e V, sigla de Escola Superior de Agricultura e Veterinária.

A Escola de Agricultura e o Colégio de Viçosa passavam por um período de grande desenvolvimento e expansão. A escola superior adquiriu renome em todo o país, o que motivou o governo a federalizá-la em 15 de julho de 1969, com o nome de Universidade Federal de Viçosa.

Em 2006, as pilastras foram reformadas, e as palavras Estudar, Saber, Agir e Vencer substituíram as iniciais dos escritos originais e se tornaram o lema da universidade. As palavras também ganharam tradução para o latim (Ediscere, Scire, Agere e Vincere). Apenas a primeira palavra não ganhou fiel tradução, isso porque o verbo estudar em latim corresponde a “studere”, começado em “s”, o que alteraria a primeira inicial, a palavra foi traduzida por Ediscere (Aprender), garantindo a continuidade da sigla – ESAV.

Hoje a UFV é uma das mais conceituadas universidades federais de Minas Gerais, e o município ainda conta com mais três instituições de ensino superior: ESUV, Faculdade de Viçosa e UniViçosa.

Toda essa estrutura de ensino, aliada a uma população de quase 80 mil pessoas, entre elas diversos estudantes universitários, proporciona a Viçosa um estilo de vida diferente e muita movimentação nos diversos bares, choperias, lanchonetes e restaurantes espalhados pela cidade.

Adjetivo pátrio: viçosense.

 
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