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Lamentações em foco

O técnico do Ipatinga, Emerson Ávila fez um desabafo após a vitória do Tigre sobre o Bragantino na terça-feira. Durante a coletiva ele fez questão de mencionar a sua insatisfação com as críticas recebidas da imprensa, ou por parte de alguns da imprensa como ele foi enfático em frisar. Se dirigiu mais ao pessoal do rádio (leia-se Vanguarda).

Quando ele subiu o Tigre para a Série A, todos foram unânimes em elogiá-lo, enaltecê-lo, citar seus méritos. Quando ele retornou agora para dirigir o Tigre na Série B, mais uma vez toda a imprensa o recebeu com carinho, elogios, lembrando a competência do seu trabalho no passado recente e outros adjetivos qualificativos. Ele tem direito de desabafar. Como também tem os cronistas de o criticarem quando ele erra, da mesma forma quando ele acerta. O treinador é humano, assim como os jornalistas esportivos. Todos somos passivos de erros. Somos pessoas públicas e estamos sujeitos a críticas, desde que elas sejam construtivas. O que não se pode é transferir responsabilidades, jogar a culpa em quem quer que seja. O comentarista analisa por partes, depois o conjunto da obra. É o direito dele comentar sem que seja agressivo, destrutivo, respeitando as proporções que há entre as partes. Não estou aqui nesse espaço defendendo A ou B. Apenas esclarecendo o direito de exercer a liberdade de expressão, assim como os companheiros devem fazê-lo em seus respectivos veículos.

Tá certo que o treinador fica deveras chateado, até magoado com as pesadas críticas que lhe foram impostas quando o time não se acertou, não venceu, jogou abaixo do nível. O futebol é assim, feito de vitórias, conquistas, se vive do presente. É a chamada cultura que muitos de nós continuamos a citá-la em nossas abordagens. A gestão de um treinador tem os dois lados, quando se ganha e quando se perde. O trabalho do profissional está sempre condicionado a resultados. Vai ser sempre assim. Portanto meu caro Emerson Ávila, profissional por quem tenho muito admiração e respeito. Não se importe com as “críticas” de agora. São passageiras, breves, efêmera como a flor. Amanhã, tenho certeza, todos estarão aos seus pés. Você será sempre um vitorioso, um vencedor, então as críticas darão lugar aos elogios e badalações. Sucesso!

* Um escândalo - A cobrança de Felipe, jogador do Goiás, na disputa de pênaltis, contra o Atlético, pela Copa Sul-Americana. Foi uma vergonha para a arbitragem. O atleta fez três paradas antes de tocar na bola. Mata qualquer goleiro, é desleal, imoral para o futebol, uma covardia. Deveria ter mandado voltar a cobrança, seria o mais justo e racional.

* Sobre a crônica da edição passada a respeito de Dunga, recebi dezenas de e-mails concordando, elogiando o que foi escrito, mas também recebi outros tantos que não concordaram. Para fechar o assunto, reproduzo o que escreveu a competente e bonita colega Kelen Cristina, em sua coluna no Estado de Minas: “O Dunga de ontem merecia críticas. O de hoje está à altura dos aplausos. O de amanhã teremos de esperar para ver”.

* O narrador e apresentador Ademir Cunha, deixou a rádio Educadora, que fechou o departamento de esportes. Outro baluarte da comunicação esportiva, o narrador Villy Gonser, também não integra mais o time da Rede Itatiaia.

 
Lamentações em foco

O técnico do Ipatinga, Emerson Ávila fez um desabafo após a vitória do Tigre sobre o Bragantino na terça-feira. Durante a coletiva ele fez questão de mencionar a sua insatisfação com as críticas recebidas da imprensa, ou por parte de alguns da imprensa como ele foi enfático em frisar. Se dirigiu mais ao pessoal do rádio (leia-se Vanguarda).

Quando ele subiu o Tigre para a Série A, todos foram unânimes em elogiá-lo, enaltecê-lo, citar seus méritos. Quando ele retornou agora para dirigir o Tigre na Série B, mais uma vez toda a imprensa o recebeu com carinho, elogios, lembrando a competência do seu trabalho no passado recente e outros adjetivos qualificativos. Ele tem direito de desabafar. Como também tem os cronistas de o criticarem quando ele erra, da mesma forma quando ele acerta. O treinador é humano, assim como os jornalistas esportivos. Todos somos passivos de erros. Somos pessoas públicas e estamos sujeitos a críticas, desde que elas sejam construtivas. O que não se pode é transferir responsabilidades, jogar a culpa em quem quer que seja. O comentarista analisa por partes, depois o conjunto da obra. É o direito dele comentar sem que seja agressivo, destrutivo, respeitando as proporções que há entre as partes. Não estou aqui nesse espaço defendendo A ou B. Apenas esclarecendo o direito de exercer a liberdade de expressão, assim como os companheiros devem fazê-lo em seus respectivos veículos.

Tá certo que o treinador fica deveras chateado, até magoado com as pesadas críticas que lhe foram impostas quando o time não se acertou, não venceu, jogou abaixo do nível. O futebol é assim, feito de vitórias, conquistas, se vive do presente. É a chamada cultura que muitos de nós continuamos a citá-la em nossas abordagens. A gestão de um treinador tem os dois lados, quando se ganha e quando se perde. O trabalho do profissional está sempre condicionado a resultados. Vai ser sempre assim. Portanto meu caro Emerson Ávila, profissional por quem tenho muito admiração e respeito. Não se importe com as "críticas" de agora. São passageiras, breves, efêmera como a flor. Amanhã, tenho certeza, todos estarão aos seus pés. Você será sempre um vitorioso, um vencedor, então as críticas darão lugar aos elogios e badalações. Sucesso!

* Um escândalo

- A cobrança de Felipe, jogador do Goiás, na disputa de pênaltis, contra o Atlético, pela Copa Sul-Americana. Foi uma vergonha para a arbitragem. O atleta fez três paradas antes de tocar na bola. Mata qualquer goleiro, é desleal, imoral para o futebol, uma covardia. Deveria ter mandado voltar a cobrança, seria o mais justo e racional.

* Sobre a crônica

da edição passada a respeito de Dunga, recebi dezenas de e-mails concordando, elogiando o que foi escrito, mas também recebi outros tantos que não concordaram. Para fechar o assunto, reproduzo o que escreveu a competente e bonita colega Kelen Cristina, em sua coluna no Estado de Minas: "O Dunga de ontem merecia críticas. O de hoje está à altura dos aplausos. O de amanhã teremos de esperar para ver".

* O narrador

e apresentador Ademir Cunha, deixou a rádio Educadora, que fechou o departamento de esportes. Outro baluarte da comunicação esportiva, o narrador Villy Gonser, também não integra mais o time da Rede Itatiaia.

 
A era Dunga

O futebol brasileiro experimenta uma nova fase com a seleção comandada por Dunga. Muito criticado no início por todos nós da imprensa, por não ter um curriculum de treinador, sem ter passado por nenhum clube até mesmo nas categorias de base, Dunga soube com paciência e serenidade engolir as críticas ao seu trabalho no começo de uma carreira até então exercida por mestres e por grandes nomes do futebol nacional, renomados treinadores, famosos e declinados por suas conquistas à frente de grandes clubes do nosso país.

Pela sua determinação e liderança em campo, quando jogador, principalmente com a seleção campeã do mundo, quando ostentou bravamente e sob todos os olhares a tarja de capitão, razão da sua escolha para ser o técnico do Brasil, deixando muita gente cotada e experiente na função a ver navios.

O Dunga tem a seu favor, os números e os números não mentem, é uma ciência exata. Tem a seu favor uma campanha exemplar, porque não espetacular, até que se prove o contrário. As expressivas vitórias diante de seleções fortes e tradicionais como Argentina e Uruguai; Chile e Paraguai com bom rendimento técnico também caíram diante da seleção de Dunga que mostrou a trajetória de um vencedor. “A seleção do Dunga”, hoje Seleção do Brasil, campeã da Copa América e classificada por antecipação para o Mundial da África do Sul. Dunga montou um escrete a princípio alternativo e competitivo e mostrou que os craques não são intocáveis, eles têm que estar bem, jogando bem, para serem convocados. Não importa quem. Assim, o técnico que tem apelido de anão, de contos de fadas, aquele que era o que mais sobressaia e tinha confiança da Branca de Neve e liderava os outros pequeninos. Muitas vezes nervoso com a imprensa, arredio às perguntas e com respostas sinceras, ele foi aos poucos, com sua humildade e paciência formando a sua condição de treinador. Deixou o status de dublê para se tornar um técnico, de jogadas ensaiadas, com poucos esquemas táticos. Usou as estratégias de guerra, quando foi preciso usá-las em campo. Ele se baseou muito nos relatos de “A Arte da Guerra”.

Fica o exemplo de quem quer ser vitorioso, a perseverança tem lugar para aqueles que a exercem. A motivação supera a inexperiência e busca com trabalho a tão exigida e propagada experiência. Este é o Dunga do Brasil!

* Alexandre Kalil surpreende mais uma vez ao anunciar na quinta-feira a contratação do meia atacante Ricardinho. Tudo no mais completo sigilo sem prévias badalações. O meia vem se juntar aos outros  contratados: Coelho, Carini e Benitez. É preciso que estes reforços entrem logo em campo, esperar o final do campeonato de nada vai adiantar.

* O Cruzeiro também se reforçou com Cláudio Caçapa e Patric que podem estrear neste domingo, em Porto Alegre. Uma sequência de jogos nada fáceis; Palmeiras em casa e Barueri no interior paulista.

* Gol de placa - o vereador e comentarista esportivo Nardyello Rocha apresentou o projeto Programa Bolsa Atleta já aprovado, que consiste em auxiliar os atletas devidamente matriculados nas redes pública e privada de Ipatinga e com mais de 80% de frequência poderão contar com o programa. Sendo assim os alunos que tenham obtidos da 1ª à 3ª colocações individuais poderão receber o benefício.

 
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