Campanha reforça cuidados com a ferrovia para um trânsito seguro

24/09/2020

Além do diálogo com a comunidade, a Vale realiza obras como automatização das passagens em nível

O cuidado com as leis de trânsito para evitar acidentes também se aplica ao contato com a ferrovia. Em setembro, próximo ao Dia Nacional do Trânsito (25/09), a Vale realiza uma campanha educativa, que ressalta os comportamentos e cuidados necessários para uma convivência segura com a linha férrea.

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, os veículos que se deslocam sobre trilhos têm preferência de passagem. A campanha destaca que é importante respeitar os locais de travessia e a sinalização indicada, não apenas para evitar o recebimento de multas de trânsito, mas, principalmente, para garantir a segurança de todos.  "A nossa prioridade é a segurança das pessoas. E tão importante quanto os investimentos em tecnologia e mobilidade é a atitude de quem cruza a ferrovia, utilizando as travessias oficiais e seguindo as regras de segurança básicas", diz Luiz Fernando Martins, gerente de Sustentabilidade.

Além do diálogo com as comunidades vizinhas à ferrovia, a Vale, constantemente, realiza obras como automatização das passagens em nível, construção de passarelas, entre outras intervenções ao longo da linha férrea. Em 2019, a empresa investiu R$ 40 milhões em segurança ferroviária.

Apenas neste ano, nove cancelas automáticas foram instaladas ao longo da Estrada de Ferro Vitória a Minas, em cidades como Serra, Fundão e Baixo Guandu, no Espírito Santo; além de Resplendor, Conselheiro Pena e Tumiritinga, em Minas Gerais.

Ranking da ANTT

A Estrada de Ferro Vitória a Minas está entre as mais seguras do país. De acordo com dados divulgados pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), ela alcançou o segundo melhor índice de segurança entre as ferrovias brasileiras em 2019.

No ano passado, a taxa de ocorrências no trajeto entre Minas Gerais e Espírito Santo foi de 2,12 a cada grupo de um milhão de quilômetros percorridos. Quanto menor a taxa, mais segura é a ferrovia. Ao lado da EFVM, no pódio, está a Estrada de Ferro Carajás, também operada pela Vale, com indicador de 1,73.

Dicas de segurança

- Sempre siga as instruções: pare, olhe e escute.

- Antes de atravessar, olhe para os dois sentidos e veja se um trem se aproxima.

- Se ouvir a buzina ou perceber a aproximação de um trem, não atravesse. Espere o trem passar primeiro.

- Não atravesse a linha utilizando celular, fones de ouvido ou outros dispositivos de áudio.

- Respeite as cancelas automáticas. Se estiver fechada, não atravesse.

- Nunca se arrisque. Mesmo após ter o freio de segurança acionado, o trem ainda percorre 500 metros até parar.

- Se estiver de carro, antes de atravessar, pare fora do raio de ação do trem, abaixe os vidros e desligue o som para ouvir a buzina.

- É proibido parar, manobrar ou ultrapassar sobre cruzamento ferroviário.

- É proibido a criação e utilização de passagens clandestinas.

- É proibido transitar sob os trilhos.

 
Sancionadas novas regras da Previdência estadual

22/09/20

O governador de Minas sancionou a Lei Complementar (LC) 156, que estabelece novas regras para a Previdência estadual e que vale para todos os Poderes. A nova lei deverá ser publicada no Diário Oficial de Minas Gerais nesta quarta-feira (23/9).

A economia prevista, em relação ao atual cenário, é de R$ 2,2 bilhões por ano, considerando-se a revisão das alíquotas sobre os vencimentos e as demais medidas implementadas. Essa redução terá um impacto importante sobre o déficit previdenciário, que é um dos maiores problemas da administração estadual e cujo valor acumulado, desde 2013, é de R$ 130 bilhões, em valores corrigidos. Sem a aprovação da Reforma da Previdência, esse problema se agravaria.
O déficit de R$ 130 bilhões é resultado do aporte que o Estado precisa fazer em recursos do Tesouro para conseguir pagar as aposentadorias e pensões, pois somente os valores arrecadados com as contribuições patronal e dos servidores não são suficientes.

Mudanças
Dentre as principais novas regras estão o aumento da idade mínima para aposentadoria dos servidores e a tabela de alíquotas progressivas, que vão de 11% a 16%, garantindo que quem ganha menos contribua proporcionalmente com menos e quem ganha mais contribua proporcionalmente com mais.
Do total de 184.284 pagamentos de servidores ativos impactados pela nova Previdência, 88,7% contribuirão com uma alíquota efetiva igual ou inferior a 14%. As novas alíquotas passarão a vigorar dentro de 90 dias.
Outra novidade é que inativos e pensionistas que recebem acima de três salários mínimos (R$ 3.135,00) passarão a contribuir.
É importante deixar claro que os servidores que adquiriram as condições de se aposentar antes da aprovação da reforma previdenciária manterão seus direitos adquiridos conforme os critérios anteriores. O Abono Permanência também está mantido para quem já faz jus ao benefício.
Além de não haver perda de direitos adquiridos nem redução de salários, foram criadas regras de transição para garantir o máximo de justiça para os servidores que estejam próximos do prazo de aposentadoria.

Idade mínima
As novas idades mínimas para aposentadoria valem para todos que entrarem no serviço público estadual após a publicação da Lei Complementar 156 e para os servidores atuais, que poderão optar pelas regras de transição. A exceção vale para os servidores que possuíam os requisitos para a aposentadoria na regra antiga antes da publicação da LC, que mantêm esse direito.

Alíquotas efetivas
Com relação às alíquotas, é necessário entender como são calculadas. Por ser uma tabela progressiva, o percentual é aplicado para cada faixa. Nesse sentido, a alíquota média que incide sobre o total da remuneração, também pode ser chamada de alíquota efetiva.
Tomando como exemplo um servidor com vencimento de R$ 3.000,00: Até o valor de R$ 1.500,00 vai incidir a alíquota de 11%. Entre R$ 1.500,00 e R$ 2.500,00 (ou seja, sobre R$ 1.000,00) vai incidir a alíquota de 12%.  Entre 2.500,00 e R$ 3.000,00 (ou seja, sobre R$ 500,00) incide 13%. No total, esse servidor terá um desconto de R$ 350,00 que equivale 11,67% do salário de R$ 3.000,00. A alíquota efetiva, nesse exemplo, é de 11,67%.

Confira alguns dos principais pontos da nova Previdência
Total de pagamentos alcançados (todos os Poderes)
De servidores ativos - 184.284
De servidores inativos e pensionistas - 286.521

Alíquotas
11% - vencimentos até R$ 1.500
12% - vencimentos de R$ 1.500,01 até R$ 2.500
13% - vencimentos de R$ 2.500,01 até R$ 3.500
14% - vencimentos de R$ 3.501,00 até R$ 4.500
15% - vencimentos de R$ 4.501,00 até R$ 5.500
15,5% - vencimentos de R$ 5.500,01 até R$ 6.101,06
16% - vencimentos acima de R$ 6.101,06

Idade para aposentadoria
Servidor em geral - 62 anos (mulher) e 65 (homem)
Professor - 57 anos (mulher) e 60 (homem)
Servidor exposto a agentes prejudiciais à saúde - 60 anos (mulher e homem)
Policial Civil, Policial da ALMG, Agente Penitenciário e Socioeducativo - 55 anos (mulher e homem)

Tempo mínimo de contribuição
Servidor em geral - 25 anos
Professor - 25 anos exclusivos em magistério
Servidor exposto a agentes prejudiciais à saúde - 25 anos
Policial Civil, Policial da ALMG, Agente Penitenciário e Socioeducativo - 30 anos

 
Sindijori- MG elege diretoria para mandato 2020/2024

16/09/2020

O Sindicato dos Proprietários de Jornais, Revistas e Similares do Estado de Minas Gerais (Sindijori-MG) realizou, dia 14/9, eleição para a diretoria que ficará à frente da organização no mandato 2020/2024. O presidente reeleito é Rodrigo Silva Fernandes, do jornal Gazeta de Varginha, que inicia sua nova gestão a partir de 1º de outubro.

“O trabalho do Sindijori vai ser de continuidade. Nós tivemos grandes conquistas nesse último mandato. Nossa base está 100% digitalizada e aumentamos o número de associados e receita do sindicato. É um trabalho conjunto, que tem fortalecido o setor. Agradeço ao presidente da Fiemg, Flávio Roscoe, e equipe. A Federação é uma grande parceira nossa nesse trabalho. Fizemos muitas coisas, mas ainda temos muito a fazer”, agradece o presidente reeleito.

Diretoria: Presidente: Rodrigo Silva Fernandes, Vice-presidente: Carlos Antônio Alonso Parreira, Diretor Administrativo: Nelson de Paula Duarte, Diretor Financeiro: Sérgio Ferreira Avelar

Diretores Adjuntos: Ésio Nogueira de Menezes e Renato Brito Louzi

Conselho Fiscal – efetivos: Luiz Antônio Maia, Vagner Donizetti Alves e Wilmar Souza e Silva

Conselho Fiscal – suplentes: Edelson Borges da Silva, José Vicente Alves e Rober Barreto Lima da Silva

Delegados junto à FIEMG – efetivos: Paulo Roberto Coelho da Rocha e Rodrigo Silva Fernandes

Delegados suplentes: Luiz Carlos Pereira de Lyra e Veronici Maria da Silva Leite de Mattos

 

 
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