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Jornal Classivale Saúde Pública

UPA e Hospital Municipal de Ipatinga podem ficar sem alimentação a partir deste sábado (31)

Empresa fornecedora ameaça suspender refeições por atraso de pagamentos da Prefeitura

30/01/2026 às 13h40 Atualizada em 31/01/2026 às 20h55
Por: Jornal Classivale
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UPA e Hospital Municipal de Ipatinga podem ficar sem alimentação a partir deste sábado (31)

 

Leia a matéria atualizda: Após risco de suspensão, acordo entre Prefeitura e Palato garante alimentação na UPA e no Hospital Municipal de Ipatinga

A alimentação de pacientes e profissionais de saúde da UPA e do Hospital Municipal de Ipatinga pode ser suspensa a partir deste sábado (31). A informação foi repassada ao SintSerpi (Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Ipatinga) pela empresa Palato, responsável pelo fornecimento das refeições, que alega atraso superior a quatro meses nos pagamentos por parte da Prefeitura.

Segundo o sindicato, a empresa comunicou oficialmente que, caso os valores em atraso não sejam quitados até esta sexta-feira (30), o serviço será interrompido. A Palato informou ainda que já encaminhou ofícios à Prefeitura de Ipatinga e ao Ministério Público, relatando a situação financeira e a impossibilidade de manter o contrato sem os repasses.

Além do risco de suspensão da alimentação, outras dificuldades vêm sendo relatadas na área da saúde do município. De acordo com denúncias recebidas pelo sindicato, há falta recorrente de medicamentos nas unidades de saúde, o que compromete o atendimento à população.

Servidores municipais também relatam atrasos no pagamento de férias, enquanto médicos enfrentam salários em atraso. A situação não se restringe à saúde: fornecedores de diferentes setores afirmam não ter recebido por serviços prestados, alguns há mais de oito meses, o que acende um alerta sobre a regularidade financeira da administração municipal.

A ameaça de suspensão da alimentação ocorre em meio a um cenário já crítico na saúde pública de Ipatinga. Na semana passada, o Jornal Classivale mostrou que a UPA operava com mais de 200% da capacidade, enquanto o Hospital Municipal Eliane Martins também trabalhava acima do limite, evidenciando superlotação, demora no atendimento e sobrecarga de profissionais.

👉 Relembre o caso: UPA de Ipatinga opera com mais de 200% da capacidade e evidencia colapso na saúde pública

*Matéria em atualização. Até o momento, a Prefeitura de Ipatinga não se manifestou oficialmente sobre o assunto. O espaço segue aberto para esclarecimentos.

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Antônio Madeira Há 3 semanas Ipatinga MG Todo hospital tem que orientar o paciente a fazer jejum, a melhora é certeira.
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