
Os tradicionais telefones de uso público, conhecidos como orelhões, serão definitivamente aposentados no Brasil até o fim de 2028. Atualmente, restam cerca de 30 mil unidades em funcionamento em todo o país.
Lançados em 1972, os orelhões marcaram gerações e se tornaram um dos principais meios de comunicação fora de casa durante décadas. O design icônico foi criado pela arquiteta Chu Ming Silveira, e o serviço chegou a ultrapassar a marca de 1,5 milhão de aparelhos espalhados pelas cidades brasileiras.
A manutenção dos orelhões era obrigação das concessionárias de telefonia fixa, dentro dos contratos firmados ainda na década de 1990. Com o fim dessas concessões em dezembro de 2025, foi definido um plano de retirada gradual dos aparelhos, acompanhando a modernização do sistema de telecomunicações no país.
De acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), alguns telefones públicos ainda permanecerão ativos temporariamente em localidades onde não há cobertura adequada de telefonia móvel, especialmente onde o sinal 4G ainda não chegou.
A substituição dos orelhões faz parte de um conjunto de compromissos assumidos pelas operadoras, que inclui ampliação da cobertura de internet, instalação de fibra óptica, expansão do sinal móvel e melhoria da conectividade em escolas e comunidades mais afastadas.
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